Editorial
A mobilização dos petroleiros, que estão em greve contra a política entreguista da direita que quer liquidar a Petrobras, já conta com 20 mil trabalhadores paralisados.
Unir efetivos e terceirizados para derrotar a direção da Petrobras e o governo dos golpistas
Em meio ao aniversário de 40 anos do PT, o maior partido de esquerda do país, ficou claro que há uma forte disputa no interior da organização, refletindo a crise política no país.
Discurso de Lula aponta único caminho para derrotar o golpe, por para fora o governo fascista e impedir a destruição do País.
Em entrevista à golpista Globo News, o presidente da Câmara dos Deputados Rodrigo Maia (DEM-RJ) defendeu que as candidaturas de “centro” se unificassem nas eleições de 2020.
Esquerda continua na política suicida de colocar todas as forças nas eleições em 2022 e se recusa a organizar a luta para derrotar Bolsonaro imediatamente.
A greve dos petroleiros e de trabalhadores de outras estatais podem ser o estopim para desencadear uma grande luta para por abaixo o governo fascista e golpe de Estado de 2016.
O objetivo do golpe é trazer de volta a escravidão para o País; fora Bolsonaro, salário mínimo vital e redução da jornada de trabalho devem ser a resposta dos trabalhadores.
Contra todas as restrições burocráticas, mais blocos irão às ruas em 2020 e tendem a canalizar a revolta contra o governo.
A medida que aumenta a miséria e o descontentamento dos trabalhadores, a burguesia coloca em marcha um plano de repressão para controlar a situação.
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