A família Bibas, que teve três de seus membros assassinados por “Israel” em Gaza, incluindo duas crianças, exigiram que o regime israelense pare de explorar a morte de seus parentes para fins de propaganda, ameaçando processar o governo caso continue divulgando detalhes sobre os falecimentos.
A família Bibas fez esse pedido na quarta-feira (26), um dia depois de o primeiro-ministro israelense, Netaniahu ter revelado detalhes sobre as mortes durante um discurso no Comitê de Assuntos Públicos Israel-Estados Unidos (AIPAC).
Os Bibas pediram que Netaniahu parasse de fazer declarações culpando terceiros pela morte de seus entes queridos, ameaçando “tomar todas as medidas legais disponíveis” caso o gabinete do governo se recuse a cumprir a exigência.
Os advogados que representam os membros da família Bibas também exigiram que todas as partes fossem instruídas a “não contatar a família, nem falar com qualquer profissional encarregado de realizar os exames sobre as circunstâncias do assassinato e a condição dos falecidos”.
Yarden Bibas, de 34 anos, sua esposa Shiri, de 32, e seus dois filhos, Ariel, de 4 anos, e Kfir, então com 9 meses, foram capturados no Kibutz Nir Oz em 7 de outubro de 2023. Yarden foi levado separadamente para Gaza, distante do restante da família. Um bombardeio de “Israel” atingiu a mãe com os 2 filhos os assassinado ainda em novembro.





