Assim como no Distrito Federal, onde um grupo de escolas sofreu com o projeto de militarização por parte da Policia Militar, no Estado de São Paulo a situação se aprofunda ainda mais no governo de João Dória. O então governador pretende no próximo semestre resignar mais de 600 policias para escolas onde as mesmas são majoritariamente compostas pela população pobre logicamente. A ideia é que se comece em agosto e que cerca de 200 escolas sejam atingidas pela media nefasta.
Com o já batido discurso do combate a violência, é notória que a política de Dória sempre fora policialesca, o povo paulistano sabe muito bem disso. Agora não seria diferente, o mesmo quer fazer uso do aparato repressor para controlar os estudantes e amordaçar os professores dentro das instituições de ensino.
Isso representa um claro avanço do Escola com Fascismo, que evolui sempre que a extrema-direita decide avançar no âmbito da educação. O que Dória quer implementar é uma clara declaração de massacre aos estudantes pobres e professores já esmagados pelo governo tucano.
Os policias terão plena autonomia de intervir nas atividades escolares, bem como repreenderem os estudantes quando tiverem vontade, isso demonstra que é preciso barrar imediatamente essa ação da extrema-direita representada pela figura de Dória.
A cada dia a política antipopular de João Dória fica escancarada, e demonstra um verdadeiro escárnio contra a população que sofre nas mãos do PSDB há muito tempo. Nesse momento é preciso organizar os estudantes e docentes contra a medida fascista de Dória e impedir que a escola se torne reduto da polícia assassina.




