Na terça-feira (02), o Estado de “Israel” assassinou 7 membros do Hamas na capital do Líbano, Beirute. Dentre eles estava um dos mais importantes dirigentes do partido, Salé al-Arori. Foi o primeiro assassinato de dirigente do Hamas fora da Palestina desde o dia 07 de outubro, quando começou a atual guerra. O Líbano era um espaço seguro para o Hamas, pois em 2006 os israelenses foram rapidamente derrotados pelo Hesbolá garantindo soberania ao país.
Em agosto de 2023 o secretário-geral do partido libanês, Hassan Nasseralá, prevendo uma escalada de violência com os israelenses, ameaçou o Estado sionista caso ele voltasse a assassinar pessoas no Líbano. Ele afirmou: “o inimigo deve ter muita cautela; qualquer tentativa de assassinato no Líbano será respondida certa e rigorosamente. Não aceitaremos que o fronte libanês seja aberto novamente para assassinatos”.
E ele concluiu: “isso é uma realidade caso o assassinato serja feito contra um libanês, um palestino, um iraniano o quem quer que seja. Nós não aceitaremos que as regras do combate contra o inimigo sejam alteradas, e o inimigo deve entender isso muito bem”.
Na quarta-feria (3), Hassan Nasseralá já realizaria um discurso importante no marco dos 4 anos do assassinato de Qassem Suleimaini. Agora o discurso ganha uma relevância ainda maior.





