Após os protestos do dia 19 de janeiro, os franceses voltaram a se manifestar contra o andamento da reforma da Previdência de Emmanuel Macron durante o dia de ontem (31). As manifestações, além de levar mais de 50 mil pessoas somente em Paris, interrompeu ou bloqueou vários setores, como escolas, transporte público, aeroportos e centrais de energia.
Para reprimir os protestos, o presidente francês aumentou bastante o efetivo, passando de 3,5 mil para 11 mil agentes.
Pela manhã, centenas de milhares marcharam em centenas de cidades, de Toulouse, Marselha e Nice, no Sul, a Saint Nazaire, Nantes e Rennes, no Oeste. Segundo a central sindical CGT, as principais refinarias e depósitos de combustíveis estão com entre 75% a 100% dos funcionários mobilizados. e a primeira vez em mais de 12 anos que as oito maiores centrais sindicais francesas aderem juntas a uma greve.




