Em mais uma provocação contra a Rússia, o imperialismo, representado pela Alemanha e pela Polônia, enviará os mísseis PATRIOT, de última geração, para a fronteira com a Ucrânia, com o objetivo de atacar a Rússia e de forçar o país eslavo a dar uma resposta mais séria.
Tais ações são tomadas pelos demagogos que se apresentam como pacifistas, mas que, no entanto, não perdem uma oportunidade de enviar mísseis para que os neonazistas possam tentar atacar um país oprimido pelo imperialismo, como é a Rússia. A própria tentativa de pôr a Ucrânia na OTAN era uma provocação, visto que tornaria iminente uma guerra aberta dos países imperialistas contra o país de Putin, permitindo a alocação de tropas de todos os países da OTAN na fronteira russa.
O exército russo apenas se antecipou, atacando a Ucrânia antes que ela entrasse formalmente na OTAN. Com isso, apesar de a União Europeia e os EUA não terem entrado na guerra, eles enviam pesados recursos – tanto econômicos, quanto militares – para o regime de Zelensky, com o objetivo de prolongar artificialmente a guerra e tentar levar a Rússia a um esgotamento político e econômico, com a campanha suja de propaganda que é feita por todo o mundo.
De tal forma que os “pacifistas” e os “democratas” enviam armas para o regime nazista ucraniano, para que prolongue a guerra, ao qual já está, invariavelmente, condenado a perder. Além de gastarem recursos humanos e militares da Rússia, esse envio de armas consiste em uma grande provocação, em uma tentativa de precipitar um ataque russo contra esses países.
É preciso ter claro que, na guerra entre um país atrasado contra o imperialismo, o país atrasado sempre luta pela sua própria libertação nacional e pela sua própria autodeterminação: ou seja, independentemente de ter ou não atacado primeiro, que é só um detalhe, o país oprimido trava uma luta de caráter defensivo, isto é, trata-se do uso da violência sob a perspectiva da autodefesa.
O envio de mais armas por parte dos países imperialistas à Ucrânia deixa evidente que a Rússia não luta só contra a ditadura de Zelensky, mas sim contra todos os países imperialistas e contra a sua ditadura mundial. Nessas condições, o governo Putin cumpre um papel indiscutivelmente progressista para a humanidade, ao enfrentar os piores inimigos históricos de toda a classe operária. É preciso apoiar a Rússia na empreitada contra o neonazismo, contra a OTAN e em defesa da autodeterminação de Donetsk, Lugansk, Kherson e Zaporíjia.




