A crise da saúde mundial, com o aparecimento do novo coronavírus já deixa em alerta o governo Brasileiro em especial, na região amazônica, da qual a presença de comunidades indígenas exige uma especial atenção, devido esses terem um histórico uma baixa imunidade a epidemias e vírus.
A atenção a saúde de índios sempre foi operada com dificuldades pelos governos estaduais e municipais próximos aos territórios nativos, porem em tempos de governo Bolsonaro esse problema aumenta e fica evidente, com a atual crise da pandemia do COVID-19.
No município de Altamira no Para um dos mais populosos do sudoeste do estado, há superlotação do Hospital Regional Publico da Transmazonica o maior da região, define a precariedade da estrutura para atender, os locais e os grupos de índios infectados que se deslocam a cidade. A orientação geral das autoridades locais e o isolamento máximo das comunidades, não permitindo o acesso aos centros urbanos e os mais de 400 indígenas que estiverem em Altamira, lotando a casa do Índio (casa de apoio do município) já foi obrigada a retorna as suas aldeias.
Sob o discurso de prevenção da possibilidade de espalhar o coronavírus, o governo federal Bolsonaro em parceria com governo estadual do Pará Helder Barbalho (MDB), impõem uma politica de exclusão do direito a saúde pelos povos indígenas, contribuindo para um cenário de futuro caos caso o COVID-19 atinja essas populações.


