O governo fascista de Ibaneis Rocha, apoiador de primeira hora do também fascista Jair Bolsonaro, seguindo orientações do grande capital, tem dia e hora para o reinício das aulas no Distrito Federal.
O governo publicou no dia 27 de abril uma nota desenvolvida por sua equipe técnica da Secretaria de Estado da Educação (SEEDF), que justifica a volta às aulas: para o dia 18 de maio o ensino médio e primeiro de junho para toda a rede no momento do pico da crise, ou seja, ápice de maior perigo de contágio da população pela epidemia covid-19 na capital do país.
Aos professores, segundo a nota técnica, a volta está prevista entre os dia 11 e 15 de maio, para o acolhimento dos professores em virtude da capacitação para a orientação sobre a covid-19, medida que pode causar a contaminação e a morte de professores mesmo antes do reinício do ano letivo.
O estudo técnico da Secretaria de Educação do GDF (Governo do Distrito Federal) não é isento ou parcial, isto é, tal estudo vai ao encontro dos interesses do governo de Brasília que age como uma subsede do governo federal de extrema-direita de Jair Bolsonaro, e mostra que a falaciosa intriga entre os governos de Ibaneis e Bolsonaro, na verdade era puro jogo de sena. Tanto um quanto ao outro estão a serviço do grande capital e contra a população.
A determinação autoritária do governo Ibaneis, seguindo as recomendações do fascista Bolsonaro, pode levar mais de seis mil ao contágio e consequentemente óbito pela covid-19 no DF, de acordo com estudo cientifico divulgado pela UnB (Universidade de Brasília).
Em contrapartida a AJR – Aliança da Juventude Revolucionária, juventude ligada ao Partido da Causa Operária, vem realizando reuniões sistemáticas de organização da greve de alunos diante de uma volta às aulas no pico da pandemia e também contra a demagógica EAD, aulas de ensino a distância, em escolas das Regiões Administrativas (RA) do Distrito Federal.
A politica do governo Ibaneis de volta às aulas mostra como foi errada a política do sindicato dos professores, que disponibilizou a sede da entidade para o governo, aumentado o coro da hipocrisia do governo golpista. Preparar a mobilização dos professores e da comunidade escolar, montar comitês de mobilização nos bairros das escolas com a participação dos professores, pais e alunos. Preparar a greve já contra o assassinato de professores e estudantes. E também de maneira unificada defender as reivindicações da comunidade escolar contra a politica assassina de Ibaneis e Bolsonaro.





