Em recente vídeo divulgado, sindicalista dos Correios anuncia morte de trabalhador da categoria. Embora haja fortes indícios de que o trabalhador tenha morrido após contrair o coronavírus, a política – genocida – do governo golpista de Bolsonaro não permite saber como as pessoas estão morrendo. Trata-se de mais um caso de negligência do governo; milhares de pessoas sequer tem o direito de saber se contraíram a doença ou não. Dessa forma, é impossível proceder com uma quarentena adequada.
Em meio à pandemia – já foram facilitados R$10 bilhões para os planos de saúde – enquanto o Sistema Único de Saúde (SUS) carece do mínimo necessário para funcionamento em situações normais. A política de não fazer testes na população, com efeito, levará o povo à um morticínio sem precedentes. O caso dos trabalhadores dos Correios é flagrante, além do trabalhador contaminado não ter certeza de que contraiu o coronavírus, colocará em risco a própria família e os outros que trabalham com ele. Os correios precisam interromper suas atividades, entrar em greve imediatamente.
Em vídeo, o secretário-geral do Sindicato de Campinas revela a situação dos trabalhadores. Nesse vídeo, no entanto, o sindicalista não defende a paralisação gera da categoria, apenas “se não tiver condições de segurança”; o que, certamente, não ocorrerá. Bolsonaro e seus asseclas tentam privatizar os correios desde o início, não há a mínima intenção em fornecer condições mínimas aos trabalhadores. Não só dentro dos centros de distribuição, mas na própria atividade cotidiana, os trabalhadores dos Correios correm alto risco de contaminação.
Assim como para outras categorias, a situação dos Correios, principalmente, coloca em xeque a questão da greve. Não é hora de esperar por medidas que salvaguardem a vida dos trabalhadores. Desse governo só podemos esperar uma catástrofe. É hora de greve!




