Nesta terça-feira (02/07), famílias que lutam pela terra reagiram a violência da guarda contratada pela multinacional do eucalipto Veracel.
O conflito ocorreu no distrito de Barrolândia, zona rural do município de Belmonte/BA, no Extremo Sul do Estado. Os trabalhadores sem-terra reagiram diante da violência e constantes ameaças da empresa Veracel e sua milícia contratada.
As famílias já haviam sofrido reintegração de posse desta mesma área no dia 27 de junho e estavam acampados na beira de estrada e continuavam sendo ameaçadas pela guarda da Veracel.
Diante do conflito, a guarda da Veracel chamada GPS, atacou as famílias que prontamente responderam para se defender e seis viaturas da empresa foram destruídas.
Após o ocorrido, a imprensa contratada pela Veracel tratou de atacar e tratas as famílias como criminosos por se defenderem da violência dos milicianos. Já denunciamos no DCO e por outros blogs da região a humilhação e violência da empresa de segurança da Veracel que chega a gravar vídeo dos trabalhadores com seus rostos e pedindo que se identifiquem para depois postarem os vídeos no whatsaap para intimidar as famílias e não haver denúncia.
Esse aumento da violência no campo financiado pela Veracel e os latifundiários faz parte da fraude das eleições que colocou Bolsonaro e a extrema direita no poder.
É preciso defender de maneira incondicional as famílias sem-terra edenunciar a violência da Veracel e seus ataques contra os trabalhadores do campo, pois a empresa é um dos maiores grileiros de terra da região e uma das maiores poluidoras da região. Recordista em crimes ambientais que são contornados pelo poder político que possui.




