Na atual conjuntura que vive o Brasil, com um governo ilegitimo golpista que incentiva a violência, que endossa a cultura do ódio, que legitima ação militar contra a população, só faz com que homens disfarçados de protetores e seguranças da sociedade utilizem suas armas de forma aleatória contra o povo.
Em Realengo, cidade do Rio de Janeiro, no domingo, 8/07, pela manhã, um individuo cujo o nome não foi revelado, agente penitenciário, abriu fogo contra uma família que se encontrava dentro de automóvel. Foram 8 tiros, atingindo de raspão o motorista. Alegou que disparou por “achar” que seria o carro pertencente a ele, pois havia sido roubado.
Nesse sentido percebe-se o total descaso pela vida do outro, posto que ele atirou por mera desconfiança e atirou em local público. O argumento do agente só confirma a politica policialesca que se quer implantar na mente do cidadão brasileiro.
Vale relembrar a situação ocorrida meses atrás, quando militares atiraram contra uma família em Guadalupe, matando um senhor de 51 anos, Evaldo dos Santos Rosa, e o catador Luciano Macedo, que tentou socorrer a família. Foram 257 tiros de fuzil, matando o músico com 62 tiros.
O Rio de Janeiro, cidade maravilhosa, cantada por poetas, vive uma época de massacre e violência contra a população. O Rio vive uma politica de extermínio, tipica das ditaduras. Mata-se com legitimação do estado.
Agentes penitenciários, seguranças de espaços particulares, guardas municipais, guardas do metrô ou qualquer agente de segurança estão agindo de forma policial, com argumento de servirem à ordem pública, uma verdadeira politica fascista diante do desmantelamento do estado.
O povo precisa mobilizar-se e avançar no sentido de ir as ruas contra as ações insanas dessa politica de conjunto do governo Bolsonarista.





