Da redação – A PM tem demonstrado de maneira escancarada que é um instrumento do Estado para massacrar o povo pobre e trabalhador. A chacina de Paraisópolis foi um exemplo claro de como isso funciona: tratam-se de ações terroristas do Estado, é um terror constante contra a população.
Nos outros países da América Latina, vemos o mesmo cenário. No Chile, onde uma imensa mobilização colocou o governo Piñera contra a parede, o regime se endureceu e se parece cada vez mais com a ditadura de Augusto Pinochet, com os militares nas ruas disparando a torto e a direito contra os manifestantes e a população em geral.
Na Bolívia, após o golpe fascista contra Evo Morales, a polícia deu início a um banho de sangue contra os indígenas, camponeses e operários. No Equador, o primeiro país dessa onda recente de mobilizações, houve praticamente uma instauração de uma ditadura militar por parte de Lenín Moreno, que também promoveu uma repressão violentíssima.
Em todos esses casos a população estava desarmada e não teve como reagir à altura das barbaridades e arbitrariedades dos governos golpistas.
Esses exemplos comprovam de maneira absoluta a necessidade de armar as amplas massas populares, para que possam se proteger da mão de ferro do Estado, controlado por fascistas.
Essa questão será um dos temas a debatidos durante a II Conferência Nacional dos Comitês, a ser realizada no próximo final de semana (14 e 15) em São Paulo. Ela é aberta para todos os interessados e para se inscrever basta acessar este endereço.





