O avanço do golpe de estado, aliado ao avanço dos interesses predatórios dos grandes capitalistas contra todos os setores da população brasileira, vem impondo um regime de terror contra o povo. Exemplo disso é o que está acontecendo com a liderança indígena, Marcia Guajajara, líder do Santuário dos Pajés, localizado no Distrito Federal.
Após obter um acordo na justiça para a delimitação da área da reserva indígena, a liderança passou a sofrer diversas ameaças de morte. Márcia Guajajara conta ainda que não consegue mais permanecer no local por conta das perseguições e que está correndo risco de vida.
A campanha de ameaças contra a liderança indígena provém da própria bancada ruralista do Congresso Nacional, que no atual governo golpista de Bolsonaro tem uma representante direta no Ministério da Agricultura, a ministra Tereza Cristina do DEM do Mato Grosso do Sul.
As ameaças e a violência contra os indígenas tem sido frequentes após o golpe de estado. Após as eleições fraudulentas de Bolsonaro estes ataques também se intensificaram. É necessário organizar em todas as comunidades os comitês de autodefesa para que os indígenas possam se defender das ameaças e dos ataques da extrema-direita.





