Da redação – Nesta terça-feira (28), em mais uma etapa da Operação Lava Jato no Rio de Janeiro, a Polícia Federal prendeu uma gerente do Bradesco, um dos maiores bancos nacionais.
Tânia Maria Aragão de Souza Fonseca foi presa em sua casa na Barra da Tijuca. Segundo O Ministério Público Federal (MPF), que o esquema em que a gerente estava envolvida lavou R$ 989,6 milhões por meio do sistema bancário.
As prisões foram determinadas pelo juiz Marcelo Bretas – o Sérgio Moro carioca. Além da gerente, dois outros mandados de prisão foram expedidos, mas os indivíduos (um gerente do banco e um doleiro) não foram encontrados.
Esse esquema estaria ligado ao ex-governador Sérgio Cabral (MDB), preso pela operação imperialista no Rio de Janeiro.
O mais interessante de tudo não é a surpresa de que o Bradesco, um banco, é corrupto. Deveria estar claro para todos que os banqueiros são os mais corruptos da sociedade. Mas o fato de que a operação Lava jato continua apontando sua mira apenas para empresas nacionais.
Até agora, nenhuma empresa internacional, monopólio imperialista, foi prejudicada pela Lava Jato. Muito pelo contrário, com os ataques às empresas nacionais, as empresas imperialistas estão se beneficiando da política da Lava Jato.
Isso porque justamente a Lava Jato foi criada para isso: um artifício do imperialismo norte-americano para facilitar, por meio da perseguição judicial, a dominação do imperialismo no país.





