O governo golpista do João Doria Junior, do PSDB, prendeu, arbitrariamente, quatro líderes dos sem teto de São Paulo, no dia 24 de junho de 2019, são eles: Angélica dos Santos Lima, Janice Ferreira Silva (Preta), Ednalva Franco e Sidney Ferreira.
O argumento utilizado é absurdo, pois os militantes presos sequer têm ligações organizativas com o trágico acidente do incêndio no prédio no Largo do Payssandu no ano passado.
A catástrofe na ocupação, que ocorreu em maio de 2018, foi um pretexto para perseguir os movimentos por moradia. Algumas das lideranças daquela ocupação foram detidas na época, sob a alegação de que estariam cobrando aluguel indevidamente dos moradores. Veja em (https://www.causaoperaria.org.br/um-perigoso-sinal-a-perseguicao-aos-lideres-sem-teto/)
As prisões arbitrárias foram realizadas na manhã daquela segunda-feira, no primeiro momento, todos foram levados para o Departamento Estadual de Investigações Criminais (DEIC) e no mesmo dia, Preta, Ednalva e Carmen foram levadas para o 89° DP e Sidney para o 2° DP.
Na noite de sexta-feira (28) foram novamente transferidos para o DEIC.
No sábado, os advogados souberam que a Companheira Ednalva, que é hipertensa e diabética, (o que foi informado anteriormente), havia se sentido mal e desmaiado.
As pessoas dos movimentos de luta pela liberdade dos presos políticos do golpista João Doria solicitaram ambulância do SAMU, porem, não foi permitida a entrada no DEIC, também não permitiram que a companheira Ednalva que tinha desmaiado tomasse o medicamento. O que ocorreu somente algum tempo depois e com muita insistência.
Além da prisão arbitrária, essas lideranças começam a ser torturadas, pois negar atendimento médico é, também, uma forma de tortura, ou seja, para os golpistas do Doria, a prisão arbitrária ainda é pouco, o melhor é a destruição moral e física dessas pessoas, senão à morte.
Pela imediata liberdade de todos os presos políticos no Brasil!





