O governo Jair Bolsonaro (PSL) é fruto de um Golpe de Estado contra a ex-presidenta Dilma Rousseff (PT) e de uma fraude eleitoral ocorrida com a prisão do ex-presidente Lula (PT) e sua retirada da disputa eleitoral em 2018, mesmo em primeiro lugar nas pesquisas eleitorais.
Os ruralistas e as empresas transnacionais comandam a política do governo, que atua para atender seus interesses econômicos. Desde sua posse na Presidência da República, os povos indígenas e quilombolas têm sido sistematicamente atacados pelos pistoleiros e organizações fascistas ligadas à União Democrática Ruralista (UDR) e suas terras invadidas. Bolsonaro paralisou completamente o processo de demarcação das terras indígenas e quilombolas. Um dos principais líderes da UDR, Nabhan Garcia, denunciado por envolvimento com milícias paramilitares, ocupa o cargo de Assuntos Fundiários do Ministério da Agricultura.
Para tentar maquiar as acusações de assassinato e violação das terras indígenas, Bolsonaro organizou um encontro fraudulento com líderes indígenas. O general bolsonarista e ex-presidente da FUNAi, Franklimberg de Freitas, denunciou tratar-se de uma fraude montada para aparecer na imprensa. Isso mostra que, em todos os aspectos, Bolsonaro e seu governo são ilegítimos e fraudulentos.
O general que denuncia a farsa montada para a imprensa é golpista e representante das mineradoras. Foi conselheiro da empresa Belo Sun para assuntos indígenas. O que mostra que a crise é cada mais profunda nas entranhas do próprio regime golpista.





