Da redação – A cúpula da Polícia Federal golpista respondeu à interferência de Bolsonaro na Superintendência do Rio de Janeiro (RJ), após o presidente fascista afirmar que pode afastar o diretor-geral Maurício Valeixo do cargo.
A situação de crise é gigantesca, pois quem nomeia os líderes dos setores desses setores é o ministro da Justiça e da Segurança Pública, Sérgio Moro, e assim, há um impasse claro. Alguns delegados seguidores do seu herói, Moro – o Mussolini de Maringá -, se queixaram por conta do silêncio do ministro diante das declarações de Bolsonaro, pois os mesmos esperavam que Moro fizesse uma defesa “enérgica” da PF ainda na semana passada, o que não aconteceu.
Na reportagem do jornalista Jailton de Carvalho d’O Globo apareceram críticas de delegados nos últimos dias, contra a atuação do ministro golpista, em relação à tentativa de Bolsonaro de nomear o futuro superintendente da Polícia Federal no Rio de Janeiro. Bolsonaro criticou a PF e fez uma intervenção direita na área de um ministro seu, passando por cima de reuniões e declarações oficiais, ao ameaçar demitir o diretor-geral da instituição.
A saída de Valeixo pode abrir ainda mais a crise interna do governo, acarretando uma debandada em cargos-chaves da PF e, ainda, podendo acarretar a queda de Moro.





