os docentes das universidades estaduais baianas completaram dois meses de movimento paredista em defesa de mais verbas para as universidades e por uma pauta de reivindicações que consta a reposição das perdas salarias de 2015 a 2018, o atendimento das demandas de promoção dos docentes das Ueba e ao longo do exercício financeiro de 2019.
O governador do PT Rui Costa adotou uma posição política completamente anti-sindical, não acatando o direito dos servidores públicos em fazer greve, assim de maneira completamente abusiva cortou os salários dos trabalhadores em greve.
Este posicionamento revela que o governo da Bahia adotou uma politica inteiramente patronal e contrária ao que se poderia esperar de um governo de ” esquerda”.
Em entrevista no canal TV 247, Rui Costa afirmou que resolveu cortar os salários dos trabalhadores em greve sem nenhum peso na consciência como ex-sindicalista, pois segundo o governador petista, ” greve sem corte de salário é férias”, e que nas greves que participou, quando era sindicalista nos anos 80, era ” natural que os patrões cortassem os salários”.
Dessa forma, Rui Costa evidência qual o verdadeiro conteúdo do seu governo, ou seja não se trata de um governo em defesa dos trabalhadores, mas de um governo que trata os trabalhadores como inimigos de classe, e como sempre fazem os patrões cortam os salários como uma forma de pressão patronal contra o direito de greve.
A política de aliança da direita do PT na Bahia com os setores egressos do carlismo tem como resultado concreto a constituição de um governo que ataca os direitos dos trabalhadores.





