A Central Única dos Trabalhadores e outras organizações sindicais, como a Força Sindical, CTB, UGT, Intersindical (Classe Trabalhadora), Intersindical (Instrumento de Luta e Organização), CSB, CGTB, Nova Central e CSP-Conlutas, juntamente com a Frente Brasil Popular e o Povo Sem Medo estão chamando um ato unificado para o dia do trabalhador no primeiro de maio que está chegando. Esse direcionamento de forças tem um aspecto positivo porque choca-se contra os ataques que o governo do Presidente ilegítimo Jair Bolsonaro está realizando contra os trabalhadores.
Mesmo com o ato unificado com as demais centrais sindicais, é importante colocar um programa político no ato, porque a referida reunião dos sindicatos promove o enfraquecimento político do ato, já que a adesão de centrais sindicais golpistas e patronais desmoraliza a atividade política. A participação das organizações patronais da UGT, da Força Sindical e da CSP-Conlutas e de partidos golpistas, nesse sentido, pode somente levar às ruas a palavra de ordem contra a Reforma da Previdência, sem levar em conta as demais atrocidades que o governo ilegítimo do Bolsonaro está promovendo.
Assim, é necessário estabelecer um programa próprio que dê o alcance político necessário para dar amplitude ao ato do primeiro de maio e demonstrar a insatisfação popular com o governo ilegítimo, chamando os trabalhadores para realmente oporem-se contra às medidas direitistas do governo.
Para o 1º de maio, portanto, é necessário, entre outras pautas:
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opor-se aos assassinatos realizados pelo Exército e pela Polícia Militar contra a população, pelo fim da PM;
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colocar a questão da Liberdade do Lula, que foi preso sem provas para que fosse fraudado o processo eleitoral;
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opor-se à repressão da extrema-direita e da PM contra os professores e alunos, chamar pelo Abaixo o Escola com Fascismo;
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a defesa dos movimentos que lutam pela terra e estão sendo assassinados com o aval do governo do Bolsonaro;
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a importância da auto-defesa das organizações de trabalhadores da cidade e do campo que estão sendo atacadas pela extrema-direita;
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lutar pelo Fora Bolsonaro, governo ilegítimo que quer entregar a aposentadoria dos trabalhadores aos bancos, que vendeu boa parte das riquezas nacionais aos capitalistas e que impulsiona os ataques contra os trabalhadores e a esquerda;
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pelo afastamento do Golpe Militar e das aproximações sucessivas dos militares no Poder;
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e, nesse contexto de ataques aos trabalhadores pelo governo ilegítimo, opor-se à reforma da Previdência.
Para tanto, torna-se uma tarefa fundamental dos Comitês de Luta Contra o Golpe e dos demais movimentos de luta levar o “Fora Bolsonaro!” e pela “Liberdade de Lula!” no 1º de maio, uma vez que esse direcionamento político representa, no conjunto do processo político, a luta contra a continuidade do Golpe do Estado e contra a fraude eleitoral que colocou um governo servil aos capitalistas e inimigo dos trabalhadores.





