O candidato do Partido da Causa Operária (PCO) ao governo de Goiás, Danilo Pinheiro, denunciou a perseguição política contra o partido durante o ato de lançamento das candidaturas realizado neste sábado (22), em Brasília. Em seu discurso, defendeu que o período eleitoral seja aproveitado para apresentar o programa do PCO e aproximar novos setores de sua luta política.
Danilo destacou a presença de militantes do Partido nas candidaturas apresentadas em diferentes regiões do País.
“De longe o PCO é o partido mais democrático que existe no Brasil, só assim para explicar que as candidaturas que lançamos em todas as regiões do País, quase todos os estados, é composta na maioria só por militantes do PCO. Mais democrático do que isso, impossível.”
Para o candidato, as eleições são mais uma oportunidade para apresentar à população quem é o PCO, o que o partido defende e quais são seus objetivos políticos.
“O PCO enxerga nas eleições mais uma oportunidade da gente estar se apresentando para as pessoas, quem somos, o nosso plano, nossa meta, o que pretendemos, e convidar as pessoas a se juntar ao PCO nessa luta.”
A campanha, ressaltou, faz parte da atividade desenvolvida pelo partido durante todo o ano. “É uma luta diária de panfletagem, militância, informação política”, declarou.
Danilo contrapôs essa atividade às condições enfrentadas pelo PCO na disputa eleitoral. O Partido participa das eleições, afirmou, “com os pés muito no chão”, diante da desigualdade existente e das sucessivas tentativas de dificultar sua participação.
Nesse sentido, denunciou a operação policial contra o PCO e criticou o tratamento dispensado pela Rede Globo ao Partido. Enquanto suas posições políticas praticamente não encontram espaço no principal telejornal da emissora, a ofensiva policial recebeu vários minutos de exposição.
“A Globo não dá um minuto para a gente, no JN, no entanto, para noticiar a operação, quatro minutos, falando do PCO.”
Para Danilo, o tratamento dado ao Partido está relacionado ao conteúdo de sua intervenção política.
“Incomoda mesmo. E eles veem a gente como um perigo, por esclarecer a população, por tentar participar de um jogo que só pertence a eles.”
A perseguição, no entanto, não fará o PCO abandonar a campanha. Danilo declarou que aqueles que procuram intimidar o Partido desconhecem sua disposição de enfrentar as forças que atuam contra ele.
“O PCO não é bem-vindo no jogo, mas eles desconhecem o PCO. Pelo seguinte motivo: o PCO não teme o Mossad, não teme o Estado sionista de ‘Israel’, não teme o STF, muito menos a Polícia Federal.”
O candidato encerrou reafirmando que o PCO seguirá na disputa para apresentar suas posições à população e chamar novos setores para sua atividade política.
“Podem tentar, o PCO vai participar das eleições com os pés no chão. E vamos entrar para esclarecer a população e convidá-la a participar com a gente dessa luta. Viva o PCO, viva a Causa Operária!”





