A final da Copa do Mundo enterrou uma das maiores fraudes já fabricadas no futebol. Lionel Messi, apresentado durante anos pela FIFA e pela imprensa capitalista como candidato ao posto de maior jogador da história, terminou sua trajetória em Copas completamente desmoralizado. Diante da Espanha, não conseguiu jogar, não criou uma oportunidade e não acertou uma finalização no gol. Quando a Argentina mais precisou dele, o suposto “melhor do mundo” desapareceu.
A Espanha dominou a partida e venceu por 1 a 0 na prorrogação. Foram 20 finalizações espanholas contra apenas uma da Argentina. Nenhum chute argentino chegou ao gol. Messi, que deveria justificar em campo toda a campanha organizada para compará-lo aos grandes jogadores da história, passou a decisão sem conseguir assumir o controle de uma única jogada importante.
A comparação com Pelé termina aqui. Na verdade, jamais deveria ter começado. Messi precisou de uma gigantesca operação da Fifa, da arbitragem e da imprensa capitalista para ser apresentado como alguém da mesma categoria.
Pelé era o centro de uma equipe que impunha seu futebol aos adversários. Messi tornou-se o centro de uma campanha publicitária que exigia pênaltis, proteção da arbitragem e propaganda permanente. Quanto mais fracas eram suas apresentações, maior precisava ser a exaltação organizada ao redor dele.
Messi não deve ser colocado entre os 50 maiores jogadores da história. Antes dele aparecem dezenas de brasileiros. Pelé, Garrincha, Didi, Nilton Santos, Leônidas da Silva, Zizinho, Ademir de Menezes, Vavá, Jairzinho, Gérson, Rivelino, Tostão, Zico, Sócrates, Romário, Ronaldo, Rivaldo, Ronaldinho Gaúcho, Roberto Carlos, Neymar e muitos outros fizeram muito mais pelo futebol.
Mesmo jogadores brasileiros que não foram campeões mundiais demonstraram uma superioridade técnica e uma capacidade de decidir partidas que Messi jamais apresentou quando enfrentou uma verdadeira resistência. A propaganda em torno do argentino serviu para substituir o que faltava dentro de campo.
A trajetória argentina nesta Copa foi favorecida pela arbitragem. Mais uma vez, os pênaltis apareceram como um recurso fundamental para empurrar Messi e sua seleção pelo torneio. A proteção repetiu o que já ocorrera em 2022, quando a Argentina recebeu cinco penalidades, um recorde numa única edição da Copa.
Apesar de todos os benefícios, Messi conseguiu tornar-se o jogador que mais desperdiçou pênaltis na história das Copas do Mundo. A Fifa ofereceu repetidamente ao argentino a oportunidade de decidir partidas da marca da cal. Nem assim ele conseguiu sustentar a fama criada ao redor de seu nome.
Na final, quando a arbitragem já não podia simplesmente entregar-lhe uma vitória, Messi foi reduzido à completa impotência. Seu principal lance foi uma tentativa de provocar a expulsão de Marc Cucurella.
O jogador apresentado como um gênio terminou a Copa agindo como um delator. Incapaz de vencer o adversário com a bola, tentou vencê-lo por meio de uma denúncia inventada. Sua reação revelou a mentalidade do catimbeiro argentino: provocar, pressionar a arbitragem e buscar fora do jogo aquilo que não consegue realizar dentro dele.
A operação organizada para transformar Messi no maior jogador da história tornou-se tão escandalosa que acabou desmoralizando a própria FIFA. A cada pênalti, a cada decisão favorável e a cada agressão ignorada, cresceu entre os torcedores a certeza de que o torneio estava sendo manipulado para beneficiar o argentino.
A revolta contra a FIFA cresceu justamente porque Messi não tinha futebol suficiente para sustentar sozinho a fraude. Para mantê-lo no torneio, a proteção precisava ser cada vez mais aberta. A arbitragem já não conseguia esconder que o argentino recebia um tratamento diferente daquele imposto aos demais jogadores.
Nem toda essa proteção foi suficiente. Messi perdeu a final, aumentou seu recorde de pênaltis desperdiçados e terminou sem conseguir ameaçar o gol espanhol. A propaganda que pretendia consagrá-lo produziu o resultado oposto: expôs suas limitações diante do mundo inteiro.
A Copa de 2026 não consagrou Messi. Ela revelou definitivamente a farsa. É esse Messi que vai para a lata do lixo da história.





