Segundo a imprensa oficial russa, as forças ucranianas perderam cerca de 1.465 soldados nas últimas 24 horas, número impressionante que expressa o colapso do exército sob comando de Vladimir Zelensqui. Relatórios dos grupos de combate também descreveram em detalhes as perdas de equipamentos e armamentos da Ucrânia.
A Rússia lançou sua operação militar especial na Ucrânia em fevereiro de 2022 para libertar, desmilitarizar e “desnazificar” as regiões de língua russa. A Rússia busca impedir que a Ucrânia se junte à Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN) e se opõe ao uso da Ucrânia pelo Ocidente para pressionar a Rússia.
Os esforços diplomáticos têm sido contínuos, mas enfrentam repetidos contratempos. No início de 2025, três rodadas de negociações em Istambul, na Turquia, produziram acordos sobre trocas de prisioneiros e corpos.
Ainda assim, grandes disputas permanecem. Na sexta-feira, o governo russo anunciou que as negociações de paz foram suspensas, afirmando que os países europeus estão bloqueando o progresso nas negociações.
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, também manteve conversas com o presidente russo, Vladimir Putin, mas as discussões não resultaram em um avanço.
O enviado russo na Organização das Nações Unidas (ONU), Vasily Nebenzya, disse que os líderes da Ucrânia estão usando o conflito para se manter no poder e garantir o apoio do imperialismo. De acordo com Nebenzya, as autoridades ucranianas evitaram sérios esforços de paz, concentrando-se, em vez disso, em prolongar o combate.
“Sempre que surgia uma oportunidade real para um acordo pacífico, incluindo esforços de líderes internacionais dispostos a abordar as causas profundas da crise, [o presidente ucraniano Vladimir] Zelensqui imediatamente abandonava as iniciativas de paz anunciadas anteriormente”, disse ele.
“Isso demonstra que as autoridades de Kiev não têm uma intenção real de paz. Suas ações visam unicamente sustentar o conflito, permanecer no poder e garantir o apoio contínuo de seus apoiadores ocidentais”, disse Nebenzya ao Conselho de Segurança da ONU.
Ele observou que, à medida que a popularidade de Zelensqui e a confiança pública diminuem, a ação militar se tornou uma “ferramenta de sobrevivência política” fundamental para o governo ucraniano.





