Na sexta-feira (17), o Conselho Europeu proibiu mais quatro veículos de imprensa russos.
As novas adições à lista negra anunciadas incluem os portais Voice of Europe, com sede na República Tcheca, a RIA Novosti, uma importante agência de notícias russa, e os jornais Izvestia e Rossiyskaya Gazeta.
Este último é o jornal oficial do governo russo, que publica novas leis, decretos presidenciais e outros documentos executivos para anunciá-los formalmente ao público geral, antes que possam entrar em vigor.
O conselho afirmou que a censura às notícias russas é necessária para combater uma “campanha sistemática e internacional de manipulação de impresa e informação, interferência e grave distorção dos fatos” sobre o conflito na Ucrânia.
A Comissão Europeia, o órgão executivo do União Europeia, saudou a notícia, declarando que a Rússia representa uma ameaça crescente às “sociedades democráticas” da UE.
“As sanções não têm como alvo a liberdade de opinião”, alegou o comunicado da UE.
O alvo real pode ser a rússia, mas certamente a vítima é a liberdade de expressão.




