Na terça-feira (11), a Assembleia Geral da ONU aprovou uma resolução que exige o “cessar-fogo humanitário imediato” na Faixa de Gaza e também a liberação imediata e incondicional de todos os detidos. Ela foi aprovada durante uma sessão extraordinária de emergência que abordou a guerra palestino-israelense, com 153 votos a favor, 10 contra e 23 abstenções.
Além disso, a Assembleia Geral recusou incluir uma emenda dos Estados Unidos condenando o Movimento de Resistência Islâmica, o Hamas, pois não obteve os dois terços dos votos necessários. A emenda dos Estados Unidos não incluía nenhuma condenação aos brutais ataques e bombardeios israelenses em Gaza.
🇮🇱🇺🇳🇵🇸 ONU URGENTE: Com 153 votos a favor, 10 contra e 23 covardes abstenções, a Assembleia Geral da ONU adota resolução que pede cessar-fogo imediato em Gaza.
Documento não é vinculante. pic.twitter.com/hhRKzwxtmp
— Sou Palestina🇵🇸🇮🇷🇪🇭 (@soupalestina) December 12, 2023
A votação pelo cessar-fogo, no entanto, não tem nenhuma relevância, pois, no Conselho de Segurança da ONU, que comanda de fato a organização, os EUA, na sexta-feira (8), vetaram a proposta de cessar-fogo feita pelo Catar. Todos os demais membros votaram a favor com exceção da Inglaterra, que se absteve.




