A Aliança da Juventude Revolucionária lançou a nova edição da revista Juventude Revolucionária, publicação nacional da organização de juventude do Partido da Causa Operária.
A edição de agosto de 2026 tem tiragem de 500 exemplares e concentra boa parte de seus artigos na ofensiva contra as liberdades da juventude. A AJR apresenta como eixos de sua atividade a mobilização dos jovens e trabalhadores, a luta contra o imperialismo, contra a censura e contra a direita golpista.
O editorial, Ditadura nas escolas, ataca a proibição dos celulares nos estabelecimentos de ensino. O artigo mostra que a medida ampliou a vigilância e as punições contra os estudantes sem resolver falta de professores, baixos salários e problemas materiais das escolas.
A revista dedica outra matéria à chamada Lei Felca. O texto denuncia os mecanismos de supervisão do acesso de crianças e adolescentes à Internet e a ampliação da capacidade do Estado de interferir no conteúdo disponível aos jovens.
A publicação mostra ainda como a legislação permite a retirada de determinadas publicações sem ordem judicial e relaciona essa política ao avanço da censura nas redes sociais.
Outros artigos tratam do Estatuto da Criança e do Adolescente, dos influenciadores que apoiam restrições à liberdade de expressão, dos protestos realizados por jogadores de Roblox, da atuação do STF e da Revolução Iraniana de 1979.
A matéria sobre o Irã apresenta a revolução de 1979 como uma mobilização operária que derrubou a ditadura do Xá, regime estabelecido depois do golpe de 1953 organizado com participação dos serviços de inteligência norte-americanos.





