Os resultados eleitorais divulgados pela Justiça Eleitoral para a candidatura presidencial de Rui Costa Pimenta, do Partido da Causa Operária (PCO), levantaram uma onda de suspeição legítima que extrapola a militância partidária e alcança milhares de brasileiros por todo o País. O pleito de 2026 expôs uma discrepância numérica e política impossível de ser ignorada, revelando a ação sistemática do regime em decomposição para silenciar o único partido verdadeiramente antissistema.
O fato central que afronta a versão oficial é a gritante contradição entre a votação do candidato à Presidência e o desempenho das chapas estaduais da própria legenda. Em todo o Brasil, foram atribuídos a Rui Costa Pimenta escassos 15.019 votos (0,01% dos válidos). Contudo, um recorte parcial de apenas 17 candidaturas locais do PCO — uma por Estado, seja ao Senado, seja aos governos estaduais — temos a soma de cerca de 55 mil votos registrados no mesmo dia, nas mesmas urnas e diante dos mesmos eleitores.
A disparidade é absurda: a campanha do PCO foi rigorosamente unificada e centralizada, com 100% dos materiais divulgando o número 29 e a chapa presidencial, somada à enorme exposição de Rui Costa Pimenta em debates, redes sociais e imprensa. Em Santa Catarina, a candidata ao Senado, Carol, obteve 11.975 votos, enquanto Rui apareceu com inacreditáveis 643 votos no Estado. No Paraná, a votação do candidato ao Senado superou os 9 mil votos, contra meros 917 atribuídos ao candidato presidencial. Em Goiás, o candidato ao Governo, Danilo da Silva, teve 1.217 votos, ante apenas 260 dados a Rui. O mesmo se repete por todo o País.
Essa grave distorção é acentuada pela escandalosa ocultação dos resultados estaduais do PCO em SP, onde o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) simplesmente congelou a divulgação da votação do partido, impedindo a apuração pública. O absurdo salta aos olhos quando se observa que candidatos de outros partidos na mesma situação “sub judice” — como Anthony Garotinho, no Rio de Janeiro — tiveram seus votos normalmente contabilizados e divulgados em tempo real.
Tratar essa diferença como um simples “voto útil” é uma tentativa esdrúxula de encobrir o arbítrio. O que os números e o apagão de dados revelam é uma clara operação de manipulação e perseguição política. O regime burguês tenta a todo custo apequenar e invisibilizar a força do PCO. No entanto, o tiro sai pela culatra: o medo demonstrado pelas instituições do Estado capitalista apenas confirma o caráter revolucionário do Partido e consolida o PCO como a verdadeira alternativa dos trabalhadores contra a farsa da “democracia” do regime dominado pelos bancos e monopólios.





