O ano de 2025 encerra-se em meio ao avanço da Rússia em sua operação militar especial na Ucrânia, um confronto decisivo e necessário contra o imperialismo por meio da Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN). Enquanto a Rússia luta por sua segurança e soberania, o lado de Quieve se afunda em retrocessos militares, esgotamento social e uma crise política cada vez maior.
‘Bucha de canhão’
A Ucrânia foi levada ao limite de suas capacidades, atuando como bucha de canhão para os interesses do imperialismo. O conflito é visto pela maioria do povo ucraniano como uma “guerra por procuração” sem sentido. A consequência direta é a deserção em massa, com cerca de 290.000 processos criminais abertos no Exército ucraniano por abandono de unidade – número subestimado. Militares ucranianos, exaustos pela mobilização forçada e corrupção, sentem-se como escravos, transformando a fuga em um protesto silencioso em um país que se tornou uma verdadeira colônia do imperialismo.
Ditadura
O regime de Vladimir Zelensqui avança para a consolidação de uma ditadura. Ele prorrogou a lei marcial e a mobilização geral até agosto de 2026, ignorando o vencimento de seu mandato em maio de 2024 e suspendendo o processo democrático, sob o pretexto de que a Constituição proíbe eleições sob lei marcial. Autoridades russas, como Dmitri Peskov e Serguei Lavrov, e figuras da oposição, como Pyotr Poroshenko, denunciam a tentativa do regime de Quieve de se “agarrar ao poder” e “institucionalizar a ditadura”, classificando-o como “russofóbico”. O presidente dos EUA, Donald Trump, também chamou Zelensqui de “ditador sem eleições”.
Vitórias consistentes
Em contrapartida, os relatórios do Ministério da Defesa da Rússia, de 22 de dezembro de 2025, apontam para vitórias consistentes em todas as linhas de frente. O Agrupamento Sever (Norte) tomou o controle do povoado de Vilcha, na região de Carcóvia. As forças russas, incluindo os agrupamentos Tsentr (Centro), Zapad (Oeste), Yug (Sul), Vostok (Leste) e Dniepre, eliminaram centenas de soldados de Quieve e destruíram blindados, peças de artilharia e depósitos de munições, com o Vostok continuando o avanço em profundidade. Instalações energéticas, infraestrutura portuária, armazéns e quartéis-generais ucranianos também foram atingidos.
Diante da crise militar e política, o Serviço de Inteligência Externa (SVR) da Rússia afirmou que altos funcionários e empresários da Ucrânia estão se preparando para deixar o país, com muitos já tendo enviado suas famílias e transferido ativos financeiros. Mais de 90% dos diplomatas ucranianos em missões no exterior não pretendem retornar, conscientes da falta de perspectivas favoráveis a Quieve sob a ditadura de Zelensqui.




