Na Cisjordânia ocupada, desde o dia 7 de outubro, o exército de “Israel” invade todos os dias aldeias e cidades, assassinado e sequestrando palestinos. Na sexta-feira, duas invasões aconteceram nas cidades de Qaqilia e de Tubas. A imprensa palestina relatou que as forças especiais do exército sionista conseguiram sequestrar o jovem Tawfiq Abu Labda em Qalqilia. No entanto, em Tubas, a invasão não conseguiu sequestrar nenhum dos alvos.
As Brigadas dos Mártires de Al-Aqsa anunciaram que seus combatentes atacaram as forças israelenses durante a retirada da cidade de Ya’bad, a sudoeste de Jenin. Já em Nablus, os combatentes da mesma organização atacaram o posto de controle 17 do exército de “Israel” ao norte da cidade com uma intensa rajada de balas e se retiraram em segurança após completar sua missão.
A resistência armada palestina na Cisjordânia se torna cada vez mais forte, mesmo sem uma grande organização do Hamas. Em 2023, antes da operação Dilúvio de Al-Aqsa, as Brigadas de Jenin realizaram a maior emboscada ao exército de “Israel” dentro da Cisjordânia. A imprensa israelense noticiou o caso como reminiscente dos ataques do Hesbolá ao exército de “Israel”.




