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Denúncia!

Comunicado urgente do Ministério da Defesa da Rússia

Provocação planejada contra a Federação Russa preparada pelos EUA e pela OTAN


O Ministério da Defesa da Rússia possui informações sobre a preparação de provocações pelos Estados Unidos da América a fim de acusar as Forças Armadas da Rússia de usar armas químicas, biológicas ou nucleares táticas. Este plano já está em desenvolvimento e representa uma resposta aos sucessos da Rússia na operação militar especial.

Somente em Março e Abril altos funcionários dos países ocidentais têm feito regularmente declarações provocatórias com “avisos”. A imprensa divulga matérias sobre o uso possível de armas de destruição em massa pela Rússia.

Por exemplo, John Sullivan, Conselheiro de Segurança Nacional dos EUA, comentou as palavras do presidente Joe Biden de que os EUA sabem sobre o uso possível de armas de destruição em massa pela Rússia. E no dia 27 de fevereiro, Linda Thomas-Greenfield, a Embaixadora dos EUA na ONU, anunciou a intenção da Rússia de usar quaisquer armamentos “sob uma falsa bandeira”, incluindo armas químicas e biológicas para intimidar a população ucraniana e a comunidade internacional.

Neste contexto, o Departamento de Estado dos EUA considerou positivamente a transferência de até 400 unidades de equipamentos de proteção pessoal, 390 dispositivos de reconhecimento de armas nucleares, biológicas e químicas, e 15 veículos de combate de reconhecimento em força, o “Stryker”.

O que diz o documento:

Exemplos de provocações:

Informamos que tais atos de provocação já foram organizados muitas vezes pelos EUA para atingir seus objetivos: 

O exemplo mais claro de uma provocação de informação é o discurso de Colin Powell, Secretário de Estado dos EUA, em 5 de fevereiro de 2003. O frasco com detergente de lavanderia em suas mãos forneceu um pretexto para invadir o Iraque e causou a morte de meio milhão de civis.

Em 2017, as fotografias amplamente divulgadas dos “Capacetes Brancos”, que mostravam “técnicos” em ataduras de gaze tirando amostras num local do suposto ataque com gás neuroparalítico Sarin, enquanto as pessoas passando por perto não tinham nenhum equipamento de proteção pessoal, causaram um ataque com mísseis ao aeródromo de Shayrat na Síria. 

E em 2018, uma encenação com as crianças sírias que haviam sido supostamente envenenadas pelo cloro causou a destruição de um centro de pesquisa científica em Barzeh e Jamra. Somente as testemunhas desses acontecimentos que haviam sido levados pelo governo da Rússia à Haia abriram os olhos da comunidade internacional para esses eventos. 

Até agora, ninguém foi responsabilizado por essas provocações.

Cenários de provocação planejada:

Desta vez, há três cenários a serem aplicados para acusar a Rússia:

1. O primeiro cenário é um “incidente encenado sob uma bandeira falsa” que é o mais provável. 

Isto poderia incluir um uso real de armas químicas e biológicas que causariam mortes entre a população ou “sabotagens” da Rússia nas instalações da Ucrânia envolvidas no desenvolvimento de componentes para armas de destruição em massa.

O cenário acima mencionado pode ser implementado nas instalações químicas e biológicas localizadas em Kharkov e Kiev. Também pode ocorrer uma provocação nas instalações de energia nuclear: acima de todas as outras, poderia se referir à Usina Nuclear de Zaporozhie, controlada pela Rússia. Em 21 de Abril, um comboio de 10 veículos motorizados que transportava mercadorias perigosas para a estação nuclear foi parado e voltado para Zaporozhie. 

Além disso, a liderança da Ucrânia está pensando seriamente em atacar o depósito de resíduos radioativos na antiga fábrica química de Pridneprovsky na cidade de Kamenskoye, região de Dnepropetrovsk. O Ministério da Defesa da Rússia tem documentos que confirmam o estado crítico do depósito e o gasto inadequado de fundos alocados pela União Europeia para a manutenção dessa instalação. 

2. O segundo cenário refere-se ao “uso clandestino de armas de destruição em massa em pequenos volumes” para neutralizar o poder e a capacidade de resistência de tropas realizando uma tarefa operacional específica. Este cenário deveria ter sido implementado na fábrica da “Azovstal”. Mas a ordem de Vladimir Putin, Comandante Supremo das Forças Armadas da Rússia, para cancelar o ataque da “Azovstal” frustrou os planos do Pentágono. 

3. O terceiro e menos provável é o “uso ostensivo de armas de destruição em massa em uma área de combate” em caso de fracasso no uso de armamentos convencionais na zona de combate. 

Este cenário foi considerado para Slavyansk e Kramatorsk que haviam sido transformadas em cidades fortificadas. 

A alta probabilidade de encenação da aplicação de armas químicas é confirmada pelos fatos do fornecimento de antídotos com substâncias tóxicas à Ucrânia. Somente em 2022, a pedido do Ministério da Saúde da Ucrânia, foram fornecidos mais de 220 mil frascos com atropinas. Este fato é uma evidência de uma preparação por provocação que inclui o uso de substâncias tóxicas neuroparalíticas.

Investigação de incidentes:

O Departamento de Estado dos EUA já determinou o procedimento de investigação e designou os funcionários que serão responsáveis por sua implementação.

Os incidentes químicos serão investigados pelos funcionários da Organização para a Proibição de Armas Químicas que permite fabricar as provas necessárias e condenar a responsabilidade como for julgado conveniente.  

Será essencial reunir provas no local (amostragem, interrogatório de testemunhas, documentação fotográfica e videográfica). 

O mecanismo de investigação dos casos de uso possível de armas biológicas será lançado com a autorização do Secretário-Geral da ONU que determina o painel de especialistas, baseando em suas próprias preferências.

Está previsto envolver os representantes do Comitê Internacional da Cruz Vermelha equipados com meios de proteção pessoal e indicação para operar nas zonas de combate às quais os representantes da OTAN não terão acesso.

Resultados de provocação planejada:

Através do uso encenado de armas de destruição em massa os EUA visam acusar a Rússia de utilizar armas proibidas para depois projetar o chamado “cenário sírio“, segundo o qual o estado está sujeito ao isolamento econômico e político, bem como a exclusão de organizações internacionais, incluindo o Conselho de Segurança da ONU. 

Um caminho possível é pressionar os países leais e amigáveis à Rússia, incluindo Índia e China, para obrigá-los a impor sanções ao nosso país.

Gostaríamos de lembrar que a Rússia destruiu completamente seu arsenal químico ainda em 27 de setembro de 2017, o que é confirmado por um certificado da OPCW (Organização para a Proibição de Armas Químicas). Por sua vez, os Estados Unidos, com seu forte potencial financeiro, econômico e técnico, é o único Estado Parte da Convenção sobre Armas Químicas que ainda possui um impressionante arsenal de agentes de guerra química (672,5 toneladas). 

A declaração de William J. Burns, Diretor da CIA, sobre o possível uso de armas nucleares táticas pela Rússia é absurda. Com o atual nível de equipamento técnico do sistema internacional de monitoramento de testes nucleares, é impossível ocultar o uso de tais armas. Se o diretor da CIA não entender isso, ou ele é pouco profissional, ou está sendo enganado. 

Os programas de armas biológicas na URSS foram completamente eliminados em 1972. Ao mesmo tempo, o número de laboratórios biológicos dos EUA é incomparável com o de outros países. De acordo com o Ministério das Relações Exteriores da República Popular da China, Washington controla 336 laboratórios em 30 países, o que é motivo de grande preocupação. 

As particularidades da legislação dos EUA:

Note-se que, ao contrário de suas obrigações internacionais, os EUA mantiveram a legislação interna que permite o uso de armas biológicas.

 Os Estados Unidos ratificaram o Protocolo de Genebra de 1925 com várias reservas, uma das quais permite o uso retaliatório de armas químicas e toxínicas. 

O “Patriot Act” – acrônimo de “Uniting and Strengthening America by Providing Appropriate Tools Required to Intercept and Obstruct Terrorism” (unindo e fortalecendo os EUA pela provisão de apropriadas ferramentas necessárias para interceptar e obstruir o terrorismo) – permite a pesquisa sobre armas biológicas. Os participantes dessas pesquisas não são criminalmente responsáveis pelo desenvolvimento de tais armas. 

Dado o bloqueio pelos Estados Unidos de quaisquer iniciativas internacionais para verificar a Convenção sobre Armas Biológicas (Toxínicas), há pré-requisitos para a violação de acordos internacionais sobre a não-proliferação de armas biológicas.

Sobre os veículos aéreos não tripulados:

Observamos anteriormente que a Ucrânia havia enviado um pedido à empresa fabricante de aerossóis sobre a possibilidade de equipar os veículos aéreos militares não tripulados “Bayraktar” com estas micropartículas. 

É preocupante que em 9 de março as unidades de reconhecimento russas na Região de Kherson descobriram três veículos aéreos não tripulados equipados com contentores de 30 litros e equipamentos para pulverização. 

De acordo com os dados disponíveis, em janeiro de 2022, a Ucrânia comprou através de organizações intermediárias mais de 50 dispositivos desse tipo, que podem ser usados para aplicar formulações biológicas e produtos químicos tóxicos.

Em 21 de abril de 2022, tropas russas foram atingidas por drones equipados com ampolas. Agora o 27º Laboratório do Centro Científico do Ministério da Defesa da Rússia, acreditado pela (OPAQ) Organização para a Proibição de Armas Químicas, está analizando o conteúdo químico das ampolas. Os resultados da análise serão enviados a secretaria técnica da OPAQ da maneira prescrita. 

As armas de destruição em massa:

Além disso, gostaria de lembrar que hoje os Estados Unidos são o único estado na história mundial que utilizou todos os três tipos de armas de destruição em massa. 

As bombas nucleares lançadas durante a Segunda Guerra Mundial em Hiroshima e Nagasaki e o uso de produtos químicos tóxicos no Vietnã e Iraque – todos estes crimes não foram devidamente avaliados por organizações internacionais relevantes. 

Assim, numa tentativa de desacreditar a operação militar especial da Rússia, o regime de Kiev, por sugestão da administração dos EUA, é capaz de implementar cenários que num futuro próximo podem levar à morte de dezenas de milhares de cidadãos ucranianos e causar uma catástrofe ambiental e humanitária.

Esta é uma tradução do documento divulgado pelo Ministério de Defesa russo, está claro que os países imperialistas, sob a alcunha de OTAN, estão provocando constantemente a Rússia, todas essas ações podem desencadear em uma guerra nuclear, como disse hoje o chanceler russo Lavrov.

Devemos denunciar toda a ação golpista e de manipulação da imprensa burguesa controlada pela OTAN e à serviço dos interesses imperialistas.


COTV

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