Seguindo a política do governo golpista, de levar a população explorada à escravidão, o neoliberal, golpista, banqueiro e ministro da economia Paulo Guedes se prepara para fazer com que os trabalhadores voltem ao período colonial, à escravidão.
O governo ilegítimo, que conseguiu elevar o desemprego a números extraordinariamente elevados, chegando a mais de 15 milhões até agora, vem com a conversa falaciosa de mudança de proteção ao trabalhador, quando, na realidade é totalmente alheio à situação em que os trabalhadores se encontram, mas estão aprofundando a situação de penúria destes à medida que procura amparar os patrões.
Por isso pretende rebaixar o valor do seguro desemprego reduzindo o valor das parcelas em 10%. Para o discípulo de Milton Friedman, Paulo Guedes, o trabalhador não aceita ofertas de emprego por receber benefício. Ou seja, o governo que está levando os trabalhadores à fome e miséria, para justificar a política criminosa contra o povo, porque não tem interesse, de fato em solucionar tal situação, preferem proteger aos seus, aos capitalistas, como foi feito em 2020, quando foi distribuído aos patrões, banqueiros, etc., trilhões de reais e, agora, para distribuir mais, os próprios trabalhadores terão de, mais uma vez serem penalizados. Mas para isso é preciso colocá-los como culpados pela situação catastrófica, quando insinua que desempregado não procura um novo emprego por receber o seguro-desemprego.
De acordo com a proposta, o seguro desemprego fica desta forma: atualmente, dependendo da faixa salarial, o trabalhador tem direito a receber até cinco parcelas de R$ 1.100,00 a R$ 1.911,84. O golpista Guedes quer pagar a primeira parcela com valor cheio e depois reduzir. Por exemplo, quem ganha o teto receberia o valor total na primeira parcela; a segunda seria de R$ 1.720,65, a terceira de R$ 1.548,58, a quarta de R$ 1.393,64 e a última de R$ 1.254,28. Neste caso o trabalhador perderia pouco mais de R$ 656,00 do seu benefício ao longo dos cinco meses.
Segundo o representante da CUT no Conselho Deliberativo do Fundo de Amparo ao Trabalhador (Codefat), Quintino Severo, a falta de diálogo com a classe trabalhadora por parte do governo impede o encontro de alternativas para ajudar a financiar o empregador, que não seja simplesmente retirar do bolso do trabalhador.
“Estamos de pleno acordo de que é preciso uma política de Estado, mas tem de buscar no caixa da União e não retirar do trabalhador”, disse Quintino Severo.
A atitude de vigarista do governo golpista do fascista Bolsonaro, representada por sua equipe econômica comandada pelo banqueiro Paulo Guedes, que não disfarça o cinismo, uma vez que, a taxa de desemprego foi acima de 14%, em praticamente todo o segundo semestre e parte do primeiro de 2020, isso em números oficiais, baseados no Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas (IBGE) e, um grande número de empresas demitiram operários aos milhares, como a Embraer que demitiu 2.500 trabalhadores, por exemplo. Desde o primeiro mês de 2021 essa sangria na carne dos trabalhadores vem ocorrendo e no mês de fevereiro, bem como, nesse mês de março continua uma enxurrada de demissões, a exemplo da Ford, Mercedes Benz, Arteb, Yoki, Bradesco, Itaú, Santander, entre outros. No entanto, para o governo que vem matando o povo devido à total irresponsabilidade e falta de respeito aos trabalhadores, bem como à população explorada, com a pandemia e a fome é capaz de dizer que, “hoje boa parte dos trabalhadores tende a atrasar o retorno ao mercado formal, ou ficar na informalidade, enquanto recebem o benefício”, segundo reportagem da golpista Folha de São Paulo.
O confisco é total
Desde o início desse mês de março, o governo vem cortando mais fundo na carne dos trabalhadores, primeiro anuncio foi o de beneficiar os patrões ao liberá-los do depósito do fundo de Garantia por Tempo de Serviços (FGTS), por pelo menos quatro meses, depois anunciou que vai mexer nas férias dos trabalhadores, agora no seguro-desemprego, ou seja, todas as medidas vão de encontro aos patrões, para que se salvaguardem, diante dos ataques que pretendem fazer a seus funcionários, em relação às demissões que, que estão se preparando para realizar, conforme anunciado pelo Banco Santander, de que a taxa de desempregados podem superar aos 17,99% e os anúncios de “reestruturação” do Banco do Brasil que prevê redução de mais de 5 mil trabalhadores.





