1º de Maio

Mobilizar pelas necessidades urgentes dos trabalhadores

É fundamental a unidade da esquerda para colocar em pratica a luta pelas reivindicações da classe trabalhadora e do conjunto da população explorada

O Partido da Causa Operária, juntamente com suar organizações, como a Corrente Sindical Nacional Causa Operária, Coletivos de LutaColetivo de Negros João Cândido, Coletivo de Mulheres Rosa Luxemburgo, Aliança da Juventude Revolucionária (AJR), está organizando o 1º de maio desse ano que, em São Paulo, será na Avenida Paulista.

Trata-se de  mobilizar amplamente pelas necessidade mais prementes do povo trabalhador: vacina, quebra de patentes, auxilio emergencial, emprego, salário, direitos trabalhistas e fora Bolsonaro.

O governo golpista do fascista Bolsonaro, junto com toda a direita golpista, vêm batendo seguidos recordes na pandemia pelo total descaso com a população do país, já tendo ultrapassado a marca oficial de 345 mil mortes. , já faz muito tempo que o estado São Paulo tem mais de mil mortes diárias, apesar do “científico” João Doria Jr.

É preciso quebrar as patentes das vacinas

Não bastasse a atitude criminosa dos governantes do país diante da vacinação que é uma verdadeira fraude, temos os monopólios da indústria farmacêutica que atuam para controlar toda a vacina, bem como os insumos em suas mãos e, para que outros interessados não possam ter esse direito, quando se trata de uma questão de saúde pública. Utilizam-se, inclusive, dos governos dos países imperialistas para impor sanções aos demais países que busquem se sobrepor às barreiras por ele estabelecidas.

Eles detêm o monopólio da produção dessas vacinas, impedindo os outros que desenvolvam com os mesmos métodos e tecnologia. Isso é um absurdo, porque deveria se tratar de salvar a vida de milhões de seres humanos, não se pode se colocar os interesses dos lucros dos grandes monopólios e da propriedade privada das patentes sobre o desenvolvimento de vacinas e a necessidade de bilhões de seres humanos. Por isso os países pobres como o Brasil são agora obrigados a quebrar essas patentes e produzirem eles mesmos essas vacinas, quebrando assim as amarras que os impedem de vacinar o povo.

O governo ilegítimo de Bolsonaro, apoiado por toda a direita, se manifestou contra a quebras das patentes. Mostrando que até para garantir a vacinação de todo o povo brasileiro é necessário levar adiante uma luta contra o governo.

Por um auxílio emergencial de verdade

O governo Bolsonaro e e toda a burguesia golpista, impuseram ao conjunto da população uma situação de fome miséria e desemprego. Enquanto gastam bilhões com o “auxílio” aos banqueiros destinam, uma esmola entre R$150  e R$ 375, como auxílio emergencial para no máximo 46 milhões de trabalhadores. Mesmo com o auxílio de R$600 e, depois, R$300, pago a 68 milhões de pessoas em 2020, já eram 116,8 milhões de pessoas que conviveram com algum grau de insegurança alimentar – diga-se fome – no Brasil nos últimos meses do ano. Agora, a situação só tende a piorar.

Hoje o país está em uma situação em que mais de 90 milhões de operários ou estão desempregados, desistiram de procurar trabalho porque não encontram, ou são subempregados.

Portanto, é preciso lutar para que todos tenham direito ao auxilio emergencial já! Não como esmola, mas é preciso cobrar dos governos, tanto federal, do fascista Bolsonaro, como dos estaduais e prefeituras, cujo valor não pode ser menor que um salário mínimo. Por essa questão, e contra os demais ataques proferidos pelo governo fascista de Bolsonaro é preciso sair às ruas.

É necessária a constituição de conselhos populares para cobrar desses governantes medidas que façam com que os trabalhadores, bem como, a população da periferia não venham morrer de fome, nem de coronavírus, entre outras necessidades prementes.

Jornada de trabalho de 35 horas semanais

Recentemente foi divulgada mais uma notícia de aumento de desemprego no país, desta vez, conforme o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a taxa de desemprego chegou a 14,2% o equivalente a 14,3 milhões de pessoas no trimestre encerrado em janeiro. Este é o maior número de desempregados que o país registra desde 2012, início da série histórica da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD Contínua), divulgada nesta quarta-feira (31) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

A situação toda se coloca dessa forma porque a política de empregos está nas mãos dos governos direitistas inimigos do povo. A defesa e a política de emprego deve ser colocada nas mãos dos sindicatos, que precisam reabrir suas portas e voltarem a agir, a fim de defender os interesses da classe operária. Não é possível continuar neste caminho.

Nesse momento, os trabalhadores devem sair às ruas e exigir a restituição de seus empregos, a proibição de todas as demissões em tempos de pandemia e a proibição das suspensões de contratos. Além disso, uma reivindicação importante para a luta contra o desemprego é a redução da jornada de trabalho para 35 horas semanais, sem a redução dos salários. Essa deve ser uma das principais bandeiras dos movimentos operários para combater o desemprego.

Por um salário mínimo vital

A Constituição Federal (totalmente violada pelos golpistas) em seu Artigo 7º, inciso VI estabelece como um direito dos trabalhadores da cidade e do campo, o:

salário mínimo, fixado em lei, nacionalmente unificado, capaz de atender a suas necessidades vitais básicas e às de sua família com moradia, alimentação, educação, saúde, lazer, vestuário, higiene, transporte e previdência social, com reajustes periódicos que lhe preservem o poder aquisitivo, sendo vedada sua vinculação para qualquer fim”.

Todo trabalhador e militante de esquerda sabe que no capitalismo, nenhum trabalhador recebe pelo que produz (o resultado da produção e a mais valia é expropriada pelo capitalismo). Mas mesmo nos manuais capitalistas estaria explicito ou implícito que o salário (derivado do sal) deveria ser suficiente para repor o valor da força de trabalho, ou seja, garantir a sobrevivência e renovação das condições necessárias para que o trabalhador continue a produzir e que o proletariado, enquanto classe, renove-se, para o que é preciso que o salário sustente ao trabalhador e à sua família, garantia – para o capitalismo – de que haverá continuidade de exploração no futuro.

Para defender o valor da força de trabalho e por fazer cumprir o que estabelece a própria Lei feita pela burguesia, é preciso lutar por um salário mínimo vital, suficiente para atender às necessidades do trabalhador e de sua família, que hoje não poderia ser de menos de R$6 mil.

lives não vão parar a direita

Os trabalhadores estão sendo demitidos aos montes, são obrigados a utilizarem transportes lotados, estão expostos à contaminação todo o dia, governantes querem impor de qualquer forma as aulas presenciais, no entanto não há vacina, nem sequer há vagas para os pacientes nos hospitais. Os governos da direita utilizam-se de artifícios para dizerem que estão fazendo algo, no entanto é pura demagogia, pois os números estão aí para todo mundo ver. É preciso mudar tal situação, não dá para os sindicatos ficarem fechados e buscar a resolução dos graves problemas dos trabalhadores por meio de ações na intenet ou  meros discursos no parlamento.
Nada disso vai impedir que os governos golpistas, continuem fazendo do país uma terra arrasada, portanto, somente os trabalhadores, nas ruas poderão mudar esse estado de coisas.

A Paulista será o palco do 1º de Maio

A exemplo do dia 31 de março, onde ocorreu o bem sucedido ato contra aqueles que há 57 deram o golpe militar no país, e que hoje vem insistentemente tentando impor o regime que matou e desapareceu com grande quantidade de pessoas da esquerda e da classe trabalhadora do país. Em São Paulo, o ato do dia de luta da classe trabalhadora também ocorrerá no mesmo local, na avenida Paulista. É fundamental a unidade da esquerda para colocar em pratica a luta pelas reivindicações da classe trabalhadora e do conjunto da população explorada.

Todos ao ato de luta da classe trabalhadora na Avenida Paulista!

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