O Tribunal Superior Eleitoral boliviano adiou as eleições na Bolívia por 6 semanas, para 18 de outubro. A decisão foi apoiada por direitistas, incluindo a atual presidente golpista Áñez, o ex-presidente Jorge Tuto Quiroga (2001-2002) e o candidato conservador e ex-presidente Carlos Mesa (2003-2005).
O líder do MAS e ex-presidente Evo Morales (2006-2019), denunciou a suposta natureza “ilegal e “inconstitucional” da decisão tomada pelo TSE. Ele afirmou que o prolongamento eleitoral vai dar ao governo de Áñez “mais tempo para continuar a perseguição a líderes sociais e sindicatos do MAS-IPSP”.





