Nesta sexta-feira (26), o presidente ilegítimo Bolsonaro disse em um “tweet” que aprovou estudos para a privatização da Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos (Correios), implicando em mais uma atitude servilista às empresas estrangeiras, agradando seus patrões do imperialismo. Nas suas palavras,”Demos OK para estudo da privatização dos Correios. Temos que rememorar para a população o seu fundo de pensão. A empresa foi o início do foco de corrupção com o mensalão, deflagrando o governo mais corrupto da história”.
Ocorre que o presidente dos Correios, o general Juarez Cunha já havia se posicionado contra a privatização da ECT no feriado da páscoa em um blog. O general também havia publicado nas redes sociais que era importante não privatizá-la tendo em vista os casos malsucedidos de privatização no mundo. Defendeu que apesar da empresa estar obsoleta frente as novas demandas como o e-commerce, há o potencial de alcançar essas inovações e manter a competitividade da empresa.
A posição do general contrária ao do presidente Bolsonaro expressa o choque entre dois interesses políticos. Enquanto o presidente ilegítimo do País procura vender todas as empresas nacionais aos capitalistas estrangeiros a preço de banana, a ala militar do governo quer manter as empresas públicas para lucrar com a direção da burocracia estatal, subordinando-se aos interesses imperialistas, mas mantendo alguma posição que lhes permita negociar.
Diante desse cenário, onde só há criminosos e a única diferença está apenas no quão grande o criminoso é, impõe-se a necessidade de derrotar esse governo ilegítimo e os golpistas. Somente a mobilização popular de amplas proporções pelo Fora Bolsonaro pode colocar esse governo contraditório em cheque e impedir a privatização e os roubos dos “amigos” de “amigos” dos militares.





