Juventude
Enem tem mais da metade de abstenções, revelando impopularidade total da política genocida de volta às aulas da burguesia.
No Amapa (AM) as aulas presenciais retornarão em já em Janeiro, vários estados, como São Paulo, tem previsão de retornar em fevereiro, enquanto RJ e Acre voltam em março
Operação policial realizada para supervisionar locais de prova
INEP põe em prática a política genocida do governo federal com o Enem
Protesto de um setor médio da população, movido pela campanha da imprensa burguesa golpista, dominada por anseios de lucro dos banqueiros e grandes capitalistas.
Setor privado venceu a briga e agora tem o direito de matar ou não seus estudantes e professores.
Burguesia aumenta a crise política com a decisão de não adiar a prova por conta do coronavírus, arriscando milhares de vidas
Inep diz que escolas terão entre 20 e 30 alunos por sala nas provas do ENEM e que abstenção garantirá o distanciamento.
MEC tentou recorrer mesmo com o estouro das mortes por falta de oxigênio, mostrando o caráter genocida do governo
Escola da rede estadual de São Paulo envia comunicado anunciando a volta às aulas no dia 1º de fevereiro.
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