As direções do Hesbolá e do Movimento Amal se reuniram para discutir a situação política do Líbano e colocaram a reconstrução das regiões destruídas pela agressão sionista entre suas principais reivindicações.
Participaram do encontro o presidente do Conselho Executivo do Hesbolá, xeique Ali Daamoush, e o presidente do Comitê Executivo do Amal, Mustafa al-Fouani.
As duas organizações rejeitaram tentativas de exclusão política e a imposição unilateral de decisões. Também defenderam que as divergências internas sejam tratadas pelas instituições libanesas e sem alimentar conflitos sectários.
A reconstrução das cidades e vilas atingidas e o retorno de seus moradores tiveram destaque na declaração conjunta.
Hesbolá e Amal cobraram do Estado a mobilização de recursos para indenizar as famílias atingidas e reconstruir casas e outras estruturas destruídas no sul.
A região continua submetida aos ataques de “Israel” contra moradias, plantações, estradas e civis.
Representantes libaneses e sionistas devem participar em outubro de novas negociações em Roma sobre um acordo de segurança patrocinado pelos Estados Unidos. Antes disso, estão previstos encontros nos EUA sob mediação da Casa Branca.
Apesar do acordo patrocinado pelo imperialismo norte-americano em 26 de junho, “Israel” continuou bombardeando o território libanês. Entre os atingidos estão civis, paramédicos e jornalistas.
O governo libanês também enviou uma carta ao Conselho de Segurança da ONU pedindo a extensão do mandato da Força Interina das Nações Unidas no Líbano, a Unifil.
Hesbolá e Amal reivindicam que os moradores expulsos possam retornar imediatamente às suas terras. A permanência da população no sul entra diretamente em choque com a pressão sionista para esvaziar as localidades próximas à fronteira.





