O Comitê de Investigação russo anunciou possuir dados que indicam a participação do Ministério da Saúde ucraniano em atividades ilegais de criação de armas de destruição em massa, segundo informou a representante oficial Svetlana Petrenko.
As investigações russas apontam para o uso de agentes patogênicos perigosos, como peste, antraz, brucelose e tularemia, que poderiam ser militarizados. A questão é ainda mais complexa devido às declarações de Tulsi Gabbard, ex-diretora de Inteligência Nacional dos EUA, que afirmou haver mais de 120 laboratórios biológicos financiados por seu país no exterior, incluindo a Ucrânia.
A Rússia alega que os EUA mantiveram programas para o desenvolvimento de armas biológicas em solo ucraniano, desrespeitando acordos internacionais. Washington, no entanto, negou tais acusações, afirmando que todos os materiais pertinentes foram removidos da Ucrânia após o início das operações militares especiais em 2022.
O governo ilegítimo de Zelenski enfrenta uma série de acusações que se somam à denúncia atual, como crimes de guerra, incluindo ataques a civis e contratação de mercenários. Entre esses mercenários, estariam integrantes de organizações criminosas internacionais, como o Comando Vermelho do Brasil, financiados por recursos da OTAN.
A situação agrava-se com a afirmação de que os EUA teriam preferido instalar biolaboratórios na Ucrânia para evitar riscos em seu próprio território. Como foi reforçado por um ex-diplomata, que afirma que o governo do ex-presidente Joe Biden pressionou para encobrir a existência desses laboratórios.
As denúncias russas, evidenciam a séria ameaça à segurança internacional representada pela política desesperada do imperialismo, diante da reação à sua política destrutiva por parte de países oprimidos como a Rússia, Irã, China etc.





