Autoridades de “Israel” acusaram quatro jovens de suposta espionagem para o Irã, em Haifa, na sexta-feira (8). A promotoria apresentou processo contra três soldados das Forças de Defesa de “Israel” e outro jovem, todos com cerca de 17 anos na época dos fatos alegados. A acusação sustenta que eles teriam realizado tarefas em troca de milhares de dólares em criptomoedas. Não há confirmação factual na colaboração com o país persa.
Segundo informações do portal Ynet, um jornal israelense, os réus são moradores de Kiryat Yam e Kiryat Shmona. A acusação afirma que eles teriam se comunicado pelo Telegram com indivíduos que se identificaram como operadores iranianos. Dois dos acusados eram estudantes de uma escola técnica da Força Aérea em Haifa, que também teria sido fotografada e documentada como parte dos atos investigados.
O processo também aponta registros de instalações civis e militares. Um dos jovens é acusado de ter oferecido imagens de aeronaves F-16 por 15 mil xéqueles, proposta que, de acordo com a acusação, teria sido recusada pelo suposto agente estrangeiro. O mesmo relato diz que o operador pediu coordenadas de sistemas do Domo de Ferro em troca de cinco mil xéqueles por localização, pedido que também teria sido rejeitado.
Representantes do Estado de “Israel” afirmam que algumas tarefas foram executadas e pagas em criptomoedas. Também divulgaram alerta à população sobre contatos com elementos estrangeiros e prometeram medidas rigorosas contra envolvidos em atividades dessa natureza.





