A Casa Branca entrou em alerta máximo nesta segunda-feira (4) após relatos de tiros nas proximidades da sede do governo norte-americano, durante um evento empresarial com a presença do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. Segundo jornalistas da Newsmax e da Al Jazeera que estavam no local, o prédio foi isolado após a ocorrência.
O Serviço Secreto dos Estados Unidos informou, em comunicado publicado no X, que os disparos ocorreram ao sul do Monumento a Jorge Washington. A corporação afirmou que uma pessoa foi baleada por agentes de segurança.
“Uma pessoa foi baleada por agentes da lei; sua condição é atualmente desconhecida. Evite a área enquanto as equipes de emergência respondem”, declarou o escritório de comunicações do Serviço Secreto.
Em seguida, o órgão informou que o caso decorreu de um confronto entre uma pessoa armada e policiais do Serviço Secreto. Não foram divulgados, até o momento, o nome da pessoa atingida, seu estado de saúde nem detalhes sobre as circunstâncias anteriores aos disparos.
Jornalistas que acompanhavam o evento relataram que foram retirados imediatamente do gramado norte da Casa Branca e levados para a sala de imprensa, onde permaneceram trancados durante o alerta. O correspondente da Newsmax James Rosen afirmou que a emergência foi suspensa cerca de 20 minutos depois.
O caso ocorreu pouco mais de uma semana após um suposto atentado contra Trump. Cole Allen, professor da Califórnia, foi acusado de tentar assassinar o presidente norte-americano depois de ter violado o esquema de segurança do Jantar de Correspondentes da Casa Branca portando armas de fogo e facas.
Em um suposto manifesto atribuído a Allen, o professor criticou as políticas do presidente norte-americano e afirmou ter a intenção de agir contra “um pedófilo, estuprador e traidor”, sem citar Trump nominalmente.





