Após o grande ato na capital do Paraná, a instalação do acampamento em frente ao palácio Iguaçu, ambos na última segunda (1º) e a divulgação da proposta miserável do governador Ratinho Jr. (PSD) na terça (2) – parcelar em 4 anos a reposição salarial, desconsiderando as perdas de 17% (equivalente a 2 salários por ano) do funcionalismo nos últimos 3 anos – nesta quinta (4), servidores ampliaram a greve com atos por todo o estado, completando 9 dias de paralisações contra o governo bolsonarista do Paraná.
Com atos na capital e em diversas cidades do estado (como Ponta Grossa, Cascavel, Maringá, União da Vitória, Arapongas, etc), a indignação das categorias e da população contra o governo traz a perspectiva de crescimento da greve. No ato de terça (2), aos gritos em frente ao palácio Iguaçu, os servidores se referiram à política do governo como “fraude eleitoral”, mostrando que o desenvolvimento da greve pressupõe e resulta em vincular as pautas econômicas das categorias à luta política de conjunto contra os governos de direita eleitos pela fraude eleitoral de 2018.
Obs.: Desde segunda (1º), servidores seguem acampados em frente ao palácio do governo, como forma de pressão permanente sobre o governo e a assembleia legislativa:





























