Na segunda-feira (27), o secretário-geral do Hesbolá, Xeique Naim Qassem, se pronunciou após o fim do período de trégua entre “Israel” e o Líbano. O exército sionista rompou o acordo e não se retirou do país, mas a população libanesa, sem medo dos sionistas, voltou em massa para suas cidades.
Sobre Gaza ele afirmou: “a vitória de Gaza é uma vitória para o povo palestino e para todos os povos da região que apoiaram, assim como para todos os livres do mundo que ofereceram apoio. ‘Israel’ se revelou como um criminoso de guerra e não conseguiu recuperar seus prisioneiros, exceto por meio de um acordo com a resistência palestina”.
Já em relação ao Líbano ele afirmou: “a agressão contra o Líbano foi apoiada pelos EUA e pelo Ocidente e não está sujeita a nenhuma lei. Os EUA e ‘Israel’ queriam acabar com a resistência, que os confrontou em todas as frentes com uma firmeza lendária, coragem excepcional e determinação martírica que deu frutos no terreno. À luz deste impasse, Israel pediu, através dos EUA, um cessar-fogo, e nós concordamos com isso junto ao Estado libanês, e isso é uma vitória”.
E concluiu: “quaisquer repercussões resultantes do atraso na retirada são de responsabilidade das Nações Unidas e dos países patrocinadores. ‘Israel’ deve se retirar, e não aceitaremos nenhuma justificativa para estender o prazo de sessenta dias“.
Não foi a primeira ameaça que o Hesbolá fez a “Israel”. Uma nova etapa da guerra pode começar a qualquer momento caso o exército sionista se recuse a se retirar.


