O Estado de “Isreal” rompeu o acordo de cessar-fogo estabelecido com o Líbano em novembro de 2024. As tropas sionistas deveriam se retirar completamente do sul do país até o dia 26. O governo Netaniahu, no entanto, se recusa a sair do sul do Líbano na data correta e pede mais 30 dias. A população libanesa, sem temer os tanques sionistas, voltou em massa para suas cidades e vilas.
O primeiro-ministro libanês, Najib Mikati, declarou no domingo (26): “após revisar o relatório do Comitê de Monitoramento que supervisiona a implementação da Resolução 1701, o governo libanês reafirma seu compromisso em preservar a soberania e segurança do Líbano, e continua a trabalhar sob o acordo de cessar-fogo até 18 de fevereiro. A pedido do governo libanês, os Estados Unidos iniciarão negociações para garantir a liberação dos detidos libaneses nas prisões israelenses, presos após 7 de outubro”.
Já o presidente do Parlamento libanês, Nabih Berri, um aliado do Hesbolá, rejeitou a sugestão do ex-primeiro-ministro Najib Mikati de estender o cessar-fogo até 18 de fevereiro de 2025. Berri insistiu em uma interrupção imediata das violações israelenses, incluindo demolições de casas e a questão dos prisioneiros. Ele também pediu ao presidente Joseph Aoun que apoiasse sua proposta.
O Hesbolá por sua vez declarou que não aceitará as violações de “Israel”. Isso significa que a guerra pode voltar a qualquer momento dependendo do comportamento das tropas sionistas.


