Nesta quinta-feira (27), o coronel Haim Cohen, comandante da Brigada Norte, do Comando Sul das forças israelenses de ocupação (que atua na fronteira com Gaza), pediu demissão de seu posto. O pedido foi direcionado ao Major General Yaron Finkelman, chefe do Comando Sul, feito em carta pública.
Na carta, o coronel sionista deu as razões de sua demissão: o fracasso dos sionistas perante o Hamas e demais combatentes da Resistência Palestina durante a Operação Dilúvio de al-Aqsa (7 de outubro).
“Em 7 de outubro, a brigada sob meu comando falhou em sua missão de proteger os moradores do envelope de Gaza quando uma guerra surpresa eclodiu. Em termos de resultados, eu falhei!!!”, disso o sionista, acrescentando que “o comandante da brigada deveria ter se posicionado, como determina a doutrina em um ataque surpresa, em um local onde pudesse influenciar a batalha em nível de brigada a partir do campo”, declararam os investigadores militares em sua revisão.
Cohen atuava supervisionando, a área que incluía o local do festival de música Nova e os kibutzim Be’eri e Nahal Oz, três dos principais locais dos combates da revolucionária Operação Dilúvio de al-Aqsa, onde as forças israelenses de ocupação mataram inúmeros israelenses, seja em troca de tiros, seja valendo-se da Diretiva Aníbal.
O pedido de demissão do coronel sionista ocorre pouco tempo depois de terem sido divulgados resultados de investigações sobre o 7 de outubro, realizadas tanto pelas forças de ocupação quanto pelo Shin Bet (agência de espionagem interna de “Israel”), resultados que mostraram a fraqueza dos militares sionistas perante a resistência, assim como os crimes das forças de ocupação contra a própria população de “Israel”.


