A direção golpista do Banco do Brasil, através dos seus chefetes de plantão, está aumentando o terrorismo aos seus funcionários, que hoje se encontram em trabalho remoto, para que os mesmos retornem ao trabalho presencial.
Após determinar o retorno ao trabalho, daqueles funcionários que se encontram em home office, descumprindo os alertas das autoridades sanitárias de que uma volta segura, ao ambiente de trabalho, só estará garantida após a imunização completa de 70% de toda a população, sendo que apenas 40% da população, hoje, está com a imunização completa, o Banco do Brasil, com a velha tática do voluntarismo, vem realizando um verdadeiro trabalho de sapa contra os trabalhadores, através de ameaças, para que retornem ao trabalho presencial.
A última denúncia partiu dos trabalhadores da base do Sindicato dos bancários do Rio de Janeiro que, não deixa dúvida, do caráter fascista da direção do banco para por em prática o seu plano de retorno ao trabalho presencial, plano esse que, logicamente, aumentará o número de contaminação e de óbitos de trabalhadores, para satisfazer os interesses dos banqueiros e capitalistas e seus governos genocidas.
“Numa atitude de profundo desrespeito pela vida, a Tesouraria do Banco do Brasil no Rio de Janeiro está decidindo por sorteio que funcionários vão voltar ao trabalho presencial. A atitude beira à insanidade e além de colocar em xeque o anúncio feito pelo BB de que o retorno seria voluntário mostra um inaceitável e desumano desrespeito pelas pessoas cuja exposição ao risco de contaminação pela covid-19 está sendo decidida com escárnio, como se fosse uma brincadeira, um verdadeiro bingo da morte”. (site bancariosrio.org.br 01/10/2021)
A direção do banco vem se utilizando da conversa mole de que todas as medidas de segurança sanitárias estarão garantidas quando, todo mundo sabe que, desde o começo da pandemia, em que o governo ilegítimo Bolsonaro determinou, criminosamente, que a atividade bancária passaria ser essencial, sem que fossem aplicadas, nas agências bancárias, as tais medidas de segurança. Ao contrário o que se viu foi agências superlotadas, tanto dentro quanto fora, os banqueiros não disponibilizaram máscaras adequadas, foi desrespeitado, olimpicamente, o distanciamento social; teste de covid… nem pensar, o que elevou o número de afastamento por motivo de óbito na categoria em 200%, no ano de 2021 em comparação com o ano passado.
Os banqueiros, os capitalistas e seus governos nunca tiveram como objetivo proteger os trabalhadores e a população do vírus e, sim o contrário: sacrificar o povo para salvar os lucros desses parasitas. Todas as medidas da burguesia sempre foram de “proteger” os capitalistas em detrimento dos direitos dos trabalhadores. A volta presencial, exigida pelos banqueiros, deve ser repudiada pelos trabalhadores. As organizações de luta da categoria bancária devem organizar, imediatamente, uma verdadeira mobilização para derrotar mais essa ofensiva reacionária dos patrões.





