Da redação – Cerca de 100 trabalhadores do transporte coletivo já foram demitidos em meio à quarentena. A medida que foi adotada em 18 de março, paralisou também o transporte público. Outros 2.700 motoristas estão sofrendo com reduções de salários e benefícios.
Sob o argumento de manter os empregos, o sindicato da categoria (SINTRAB) afirma que está negociando com as empresas pois teme que em poucos dias, continuando o bloqueio das atividades, os empresários não tenham recursos para pagar os funcionários, afirmando ainda não ter como reivindicar que os trabalhadores permaneçam empregados.
A atitude da direção é uma atitude pelega e ultrajante à situação dos trabalhadores, pois os salários são os únicos meios de sobrevivência dos trabalhadores e não podem ficar sem eles, já a burguesia tem patrimônio, inúmeros bens e rendimentos, sem contar que, quando há grande luro este não é repartido com os trabalhadores. Porque agora eles querem repartir os riscos da atividade com o trabalhador?
Os trabalhadores precisam rechaçar essa postura pelega e leniente da direção e reivindicar sim o direito ao emprego e a salários dignos, principalmente durante uma crise sanitária mundial.





