Incomodado com as acusações feitas por oficiais do governo chinês de que o coronavírus teria sido implantado no país pelo governo americano durante a realização dos jogos militares em Wuhan, ocorrida em outubro, o secretário de Estado norte americano, Mike Pompeo, teria (segundo informações da agência de notícias russa RT) telefonado ao chefe do corpo diplomata chinês, Yang Jiechi, declarando “fortes objeções” por parte do governo dos Estados Unidos quanto à acusação, reforçando que “esta não é a hora para espalhar desinformações e rumores bizarros.”
A acusação feita pelos chineses é compartilhada também pela Guarda Revolucionária Iraniana, que acusou os EUA de usarem o Covid-19 como parte de um ataque biológico direcionado aos dois países. Embora não hajam provas até o momento que possam corroborar a acusação de ataque biológico, os eventos coincidem com um momento em que a principal nação imperialista do mundo declara guerra comercial à China e, num episódio particularmente rasteiro, convidou o comandante da Guarda Revolucionária, Qassem Soleimani, para um encontro e o assassinou em uma emboscada no trajeto. Os Estados Unidos tem uma vasta história de atrocidades que tornam a hipótese muito plausível.




