O ministro fascista do Meio Ambiente, Ricardo Salles, irá colocar mais um oficial da organização fascista, a Polícia Militar de São Paulo, no cargo de diretor de Proteção Ambiental do Ibama. O “Diário Oficial” desta quarta-feira (15), trouxe o nome do coronel Olímpio Ferreira Magalhães como novo nomeado ao cargo.
A substituição do major Olivaldi Azevedo, que caiu por não impedir uma operação contra o garimpo ilegal em terras indígenas, mostra que o governo fascista de Jair Bolsonaro (sem partido), pretende aumentar ainda mais a opressão dos garimpos ilegais, dos fazendeiros e suas milícias nazistas.
A novidade, que na verdade não trás boas novas, já que Magalhães ocupava o posto de superintendente do Ibama no Amazonas, foi recebida com medo por parte dos servidores do órgão. O perfil do coronel indica que o cargo continuará a ser usado para travar o trabalho dos fiscais e demitindo todos aqueles que se coloquem contra o genocídio dos indígenas, contra o avanço das milícias da UDR (União Nacional dos Ruralistas), todos que receberam aval do presidente fascista.
O superintendente do Ibama no Pará, já atropelou normas internas do órgão para liberar cinco cargas de madeira exportadas irregularmente para Estados Unidos, Bélgica e Dinamarca. E mais, o militar aposentado, que até outubro passado nunca tivera nenhum contato com a área, beneficiou uma empresa britânica chamada Tradelink ao emitir licenças de exportação retroativas, algo que não está previsto na lei. Dessa forma, legalizou o envio irregular de madeira da Amazônia ao exterior.
O ponto final desta matéria, é demonstrar que vivemos em uma ditadura militar, com militares colocados nos postos para seguir ordens de entrega da região aos grandes capitalistas, tudo como em 64. Quem não cumpre as ordens dos generais nazistas no poder supremo, é retirado. Mesmo agora aparecendo no Diário Oficial, para que o povo possa denunciar amplamente, os generais não tem vergonha na cara e vão invadindo e destruindo tudo.
O povo precisa se unir aos indígenas, aos camponeses, contra os grileiros e mineradoras que invadem os parques nacionais, terras indígenas e áreas publicas pra lucrarem.





