Pelo menos 1.356 prisioneiros fugiram das penitenciárias de São Paulo na noite do dia 16 de março, em rebeliões que se espalham por 15 presídios no estado. A população carcerária constitui um segmento social com forte propensão ao contágio e disseminação do coronavírus, dadas as condições desumanas a que estão submetidos. Ainda na tarde desta segunda, 16, os detentos receberam a informação de que não poderiam deixar o cárcere, mesmo com o altíssimo risco a que estão submetidos permanecendo nessas sucursais do inferno que são as cadeias brasileiras.
Segundo informações da Secretaria de Segurança Pública, a PM havia capturado 41 pessoas foram capturadas e reconduzidas ao presídio Dr. Rubens Aleixo Sendin, que tem capacidade para 1.640 ‘presos mas abriga quase 2.800. No começo de março, em função do surto de contágio no Irã, o governo do dito “eixo do mal” tirou do cárcere mais de 70 mil presos para evitar a propagação do coronavírus entre essa parcela da população.




