Comunicado à greve

Obrigados a morrer, CUT-SC chama trabalhadores a greve para viver

A CUT e mais 70 entidades do movimento operário repudiam governo fascista de Santa Catarina que quer levar os trabalhadora e a população explorada à morte

Em resposta às medidas impostas pelo governo golpista de Santa Catarina, Carlos Moisés do PSL, seguindo orientações do fascista Jair Bolsonaro, que quer matar a população de fome e pelo contágio do coronavírus, entidades como a CUT e mais outras 70 do movimento operário, popular, estudantil, etc. decidiram emitir uma carta em repúdio.

O governador fascista Carlos Moisés, cria dos golpistas e do fascista Bolsonaro, quer levar os trabalhadores, bem como os idosos para cova o mais rápido possível, para beneficiar aos patrões que financiaram o golpe que tirou Dilma Rousseff da presidência de república e prendeu Lula por 580 nas masmorras de Curitiba pelo Mussolini de Maringá Sérgio Moro e mantém todos os processos contra o ex-presidente, quer que os trabalhadores, sem nenhuma condição de segurança saiam às ruas em meio à epidemia do Covid-19, para que os patrões fiquem em casa de quarentena e continuem, mesmo com a possibilidade certeira de haver centenas de milhares de mortos, continuem sem que seja alterado o lucro de suas empresas, com está fazendo os frigoríficos.

Recentemente os trabalhadores e frigoríficos do grupo JBS/Friboi decidiram pela paralisação por total falta de condições de segurança e saúde e condições de trabalho dentro das fábricas e ainda terem que pegar ônibus fretados que saem lotados, com o risco de serem contaminados através do coronavírus, a justiça, a serviço dos golpistas, impôs as regras dos patrões e foram forçados a trabalhar.

O governador já vinha impondo ao conjunto da população uma situação de estado de sítio impostas a todas as cidades do estado. Há inúmeras denúncias desta imposição. Porem, as grandes empresas fretavam que, a exemplo dos grandes frigoríficos e outras de vários municípios eram liberados, mesmo indo abarrotados de trabalhadores, totalmente vulneráveis.

As medidas anteriores, tomadas por Carlos Moisés, como se fossem para coibir a proliferação do Covid-19, era apenas uma maneira de impor o estado de exceção e desta forma utilizar da força policial e todo o seu aparato, para reprimir ainda mais a população, agora, resolveu aprofundar, ainda mais sua política contra o povo e, para atender aos empresários, como o dono da Havan, Luciano Hang, por exemplo e outros, quer levar os trabalhadores a uma mortandade nunca antes vista, tanto no estado, como no país, impondo no estado de Santa Catarina a política do fascista Bolsonaro e seus patrões.

Comunicado ao governador de Santa Catarina

Diante desta situação, a CUT e as demais entidades emitiu um comunicado ao governador golpista, apelando por sua sensibilidade, para que recue das medidas tomadas e, caso não tenha recuo de suas medidas, será decretada uma greve.

A carta termina dizendo que é ilusão pensar que vamos retomar o crescimento e driblar a crise expondo toda sociedade ao risco de contaminação pelo vírus. Isso levará o colapso das atividades sociais e do sistema de saúde, agravando ainda mais a situação, inclusive do ponto de vista econômico.

Sr. Governador, se formos obrigados a trabalhar em condições de morte, seremos obrigados a fazer greve em favor da vida!

Esse diário faz coro com a iniciativa tomada em Santa Catarina e, considera de fundamental importância externar tal medida por todo a país, uma vez que a situação em outros estados, em maior ou menor proporção, os trabalhadores, bem como o conjunto da à população explorada vem sofrendo com as medidas dos demais governos, que é a de extermínio.

Considera, ainda que, é urgente convocar um encontro para discutir um programa de emergência, das organizações dos explorados, diante da crise de saúde e econômica, para armar para a luta os sindicatos e outras organizações populares.

Nas grandes cidades, é preciso mobilizar para paralisar o transporte público, para proteger os trabalhadores do transporte, mas também toda população que está sendo obrigada a trabalhar sem qualquer segurança. Dentre outros, precisam ser paralisados os correios, onde mais de 100 mil trabalhadores continuam trabalhando sem qualquer proteção real. A paralisação deve seguir até que todas as medidas necessárias sejam tomadas para garantir a segurança e as condições de vida de todos.

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