Somente nesses 100 dias do governo golpista de Doria (PSDB) e Jair Bolsonaro (PSL), a educação é a pasta mais atacada no corte de gastos e na repressão contra professores e alunos.
Diante desta situação os professores marcaram a greve nacional da categoria para dia 15 de maio, contra o sucateamento, a “escola sem partido”, o congelamento salarial e a famigerada “Reforma” da Previdência.
Por isso, é o momento de avançar na construção da greve dos professores no Estado de São Paulo, pois é o motor para uma greve nacional dos professores. A categoria conhece muito bem o projeto neoliberal dos tucanos (formulado pelo Banco Mundial e o FMI) para a destruição da educação pública. São quase 25 anos de sistemático sucateamento da infraestrutura escolar.
A direita fascista avança sobre os direitos democráticos da população. Os professores estão na linha de frente do ataque. O projeto Escola Sem Partido, ou melhor, Escola com Fascismo jé é uma realidade, na medida em que a perseguição política se intensifica com o pretexto de que ocorre uma “doutrinação comunista” nas escolas.
Em nível nacional, a categoria, de maioria feminina (80%), está ameaçada pelo projeto de roubo da Previdência que Bolsonaro, Doria e Cia. querem aprovar, aumentando o tempo de aposentadorias para os professores e igualando a idade mínima para aposentadoria de professoras e professores, entre outros crimes que atingem a todos os trabalhadores.
A greve dos professore estaduais de São Paulo é fundamental na atual etapa, quando cresce a crise do governo, com as diversas alas da burguesia claramente divididas, para impulsionar uma mobilização nacional dos educadores e impulsionar necessária greve geral, único caminho real para derrotar a reforma e demais ataques do governo e colocar abaixo o próprio regime golpista.
Todos à assembleia dia 26 de abril no Vão Livre do Masp as 14h e às 16h um ato pela liberdade de Lula.




