A CNTE (Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação) estão chamando uma grande paralisação da educação no dia 13 de agosto (Terça-feira), com Marcha nos Municípios em defesa da Educação Pública e contra a Destruição da Aposentadoria, rumo a garantia dos Direitos Conquistados pela Classe Trabalhadora e pela Igualdade Social.
Após o golpe de 2016, a educação tem sido uma das pastas mais atacadas pelos golpistas. A reforma da Previdência e um exemplo desse ataque aos profissionais da educação, que em sua maioria são mulheres.
A nova lei aumentará a idade mínima para professores. Será 60 anos – e para as professoras 57. A idade mínima para se aposentar aumentará para todos os trabalhadores da cidade e do campo. A reforma também irá impedir o acúmulo de pensão e aposentadoria para novos beneficiários.
A tarefa, portanto, é colocar em movimento os trabalhadores. O setor mais combativo e poderoso do proletariado brasileiro, a classe operária, principalmente das fábricas e grandes concentrações produtivas (como os petroleiros, entre outros).
É importante ressaltar que a reforma da previdência é apenas um dos efeitos do golpe, que visa massacrar a população brasileira, atendendo aos interesses dos imperialistas. É preciso, que os professores organizem uma grande mobilização agora no segundo semestre, a fim de barrar essa medida totalmente antidemocrática, bem como exigir a saída imediata de Bolsonaro da presidência. Dele e também de todos os outros golpistas.
É preciso lutar pelo fortalecimento das escolas públicas, e para isso, é necessário lutar contra o golpe que aprofundou todos os ataques ao ensino público. Os professores e estudantes devem se organizar diante de uma grande mobilização para que se garanta o aumento salarial e a contratação de professores.
Após o golpe, somente a mobilização dos trabalhadores pode barrar esses e todos os retrocessos promovidos pelos lacaios de plantão.





